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Nos tempos atuais, o sexo vem sendo retratado de forma banal do que nos tempos antigos, a sexualidade era retratada de forma poluída e deselegante (Vírgula) sendo minimizada o máximo possível por pai e mãe, isso trouxe uma série de problemas no dia a dia dos jovens (Vírgula) no qual esse grupo sem preparo começou a ter contato com o sexo muito cedo devido à curiosidade de informações não fornecidas tão explicitamente pelos pais e instituições escolares. (Desenvolvimento superficial das discussões que serão retomadas ao longo do texto. Reestruture e apresente a tese)
De acordo com a pesquisa Mosaico 2.0, de 2016, da universidade de São Paulo (USP) (Vírgula) os jovens começam sua vida sexual entre 13 e 17 anos, Infelizmente devido a falta de atenção e receio dos pais (Vírgula) em que onde não foram ensinados a lidar com esse tipo de assunto, isso começou a ser comum na vida dos adolescentes que em sua grande maioria não sabem ou não ligam para os perigos que podem acarretar o ato sexual, por exemplo, uma gravidez precoce ou o sexo sem preservativo aumentando a quantidade de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) entre os jovens. (Problemas no desenvolvimento argumentativo. Reestruture as discussões e explore mais as ideias)
Para resolver este problema a educação sexual deve ser mais abrangida (Vírgula) principalmente em casa pelos responsáveis, são eles que passam confiança para seus filhos e os guiam em uma questão tão importante e requisitada hoje em dia. Em seguida vem a escola, não apenas deve ensinar o básico da fisiologia humana e a reprodução, mas também se aprofundar nos temas sexuais e aconselhar os estudantes a seguir o correto, claro, (Evite esse tipo de construção) com uma cooperação familiar e estudantil, fazendo os pais participarem mais no ambiente escolar de seus filhos. (Desenvolvimento superficial das discussões. Reestruture)
A educação sexual é uma fonte para uma boa convivência e precaução, quanto mais informação for neste mundo pouco estruturado do sexo, melhor. (Não compreende a estrutura do texto)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
50 |
Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
20 |
Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final |
370
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |