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Convém lembrar que a partir dos nove anos de idade, quando se inicia a puberdade, a criança/jovem começa a desenvolver seus desejos sexuais e a usar de meios para satisfazê-los, e, (Sem vírgula) com o acesso a conteúdo (inclusive pornográfico) ilimitado de hoje eles não ficam passando vontade (Vírgula) e por isso precisam da tutela de alguém experiente para saber o que devem ou não fazer para evitar problemas, atuais e muito comuns, como a gravidez na adolescência ou contração de DSTs (Doenças Sexualmente Trasmissíveis). O grande problema é que a maioria das crianças não recebem auxílio dos pais para se descobrirem, muito menos na escola, uma vez que os professores podem sofrer consequências de pais que não acham normal falar disso. (Ideias do senso comum. Reformule as discussões e apresente a tese)
É claro que o trabalho nesses assuntos vem aumentando, só por causa da influência de minorias, mas não o suficiente; não de uma forma mais direta (Reformule essa ideia). Um grande agente dos problemas mencionados acima é a cultura cristã, (Sem vírgula) que, como todos sabem, trata o sexo, ou qualquer ato sexual, (antes do matrimônio) como “pecado”, ou seja, algo errado que deve ser punido... (Evite esse tipo de construção. Reestruture essa ideia) E como a cultura brasileira tem embasamento cristão, raramente algum pai e filho brasileiro vão conversar abertamente sobre isso. Esses mesmos pais que têm vergonha de falar sobre algo da natureza humana são as pessoas que estão “acima de nós”, os governantes, ministros – pessoas que controlam o que vai ser ensinado na instituição formadora de opinião: escola. Ou seja, se nem as “autoridades” (claro que há exceções) consideram normal falar sobre sexo, então é muito difícil que professores e pais tragam isso pro cotidiano de suas crianças, pois possuem as mesmas raízes e fundamentam suas opiniões também na Lei. (Ideias pertinentes, no entanto precisam ser mais articuladas. Reestruture)
Concluímos que (Evite esse tipo de conclusão, pois é redundante), se o Estado criasse leis e regulamentações para o trabalho do assunto “sexo” na Escola, de uma forma mais concreta, como a criação de uma matéria específica, com o tempo os pais também iam se conscientizar e perceber que isso é normal (Vírgula) e até certo, diminuindo, assim, a influência de uma religião em problemas éticos e garantindo a saúde e bem-estar físico e psicológico do futuro da humanidade. (Proposta superficial. Reestruture)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
400
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |