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Quando se fala em educação sexual na escola, as pessoas geralmente já possuem uma opinião pronta sobre o assunto (Reformule essa ideia). No Brasil, educação sexual ainda é tabu, gera polêmica e mesmo após diversas pesquisas e estudos reconhecerem a sua importância, nenhuma política é empregada para mudar o atual quadro. (Discussões pertinentes, no entanto precisam ser reestruturadas)
As famílias brasileiras, principalmente as mais conservadoras (Vírgula) enxergam como algo maléfico o ensino sobre sexo, aborto, direitos sexuais, dentre outros no ambiente escolar. Mas será que esse posicionamento não gera problemas e mostra uma incapacidade de tentar entender melhor o que é educação sexual e os benefícios que ela pode trazer? (As discussões apresentadas precisam ser reestruturadas e mais exploradas)
Crianças e adolescentes são muito curiosos. E isso é absolutamente normal. (Reformule essa ideia) O problema todo surge quando a família não trata a questão da sexualidade com naturalidade, formando assim um bloqueio entre pais e filhos. Quando ocorre a tentativa de quebrar esse bloqueio, a família não obtém sucesso e o jovem acaba iniciando sua vida sexual sem nenhum conhecimento, entendimento nem embasamento sobre o assunto. (Ideias pertinentes, porém limitadas. Reestruture)
O Brasil hoje é um país no qual 1 a cada 5 brasileiros nasceu de uma mãe adolescente. O mesmo país apresenta, a cada ano, níveis de avanço de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs). Uma educação planejada e bem estruturada sobre riscos, DSTs, direitos sexuais, métodos contraceptivos (Vírgula) mudaria, a longo prazo, o atual quadro. (Desenvolvimento superficial. Reestruture)
É urgente a necessidade de criar políticas e promover debates entre pais e educadores para poder trazer um olhar mais aberto sobre a questão da educação sexual. É preciso entender que a informação, quando estruturada e bem passada pode evitar os problemas como os que temos (Evite ideia de primeira pessoa) hoje em nosso (Evite ideia de primeira pessoa) país. (Apresente a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |