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A criminalidade de jovens brasileiros entre 12 e 17 anos (Vírgula) no Brasil (Vírgula) sofreu um aumento significativo nos últimos anos (Vírgula) segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Essa realidade brasileira segue a mesma tendência dos demais países emergentes cujas desigualdades sociais somadas à omissão do Estado impulsionam a iniciação cada vez mais precoce dos jovens no mundo do crime.
Apesar do Brasil, na atualidade, encontrar-se entre os países com maior produção de riqueza, dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que a maior parcela desta riqueza concentra-se entre os 10% mais ricos da população. Neste cenário, muitos jovens brasileiros em situação de risco veem o crime como única oportunidade de superarar a pobreza e ascender socialmente. (Explore mais o argumento apresentado)
Não suficiente, o descaso do governo acerca dos assuntos que tangem à educação e a aplicação das políticas de inclusão colaboram ainda mais para o aumento desta taxa de criminalidade. Devido à decadência do sistema público de ensino (Vírgula) a evasão escolar por jovens de baixa renda é alta e caso este jovem conclua o ensino básico, as cotas de inclusão não são suficientes para atender a demanda deste grupo, seja em relação à qualificação profissional ou a sua inserção no mercado de trabalho. (Delimite e explore mais o argumento apresentado)
Dessa forma, as causas para o aumento da criminalidade entre os jovens brasileiros são múltiplas, mas possui como pilar principal a desigualdade social amparada na omissão e ineficiência do Estado. Para superar esse quadro de violência (Vírgula) as políticas de inclusão não bastam, deve haver políticas que visem a melhor redistribuição de renda no país e incentivos que busquem a melhoria do sistema básico do ensino público, assim como também, (Sem vírgula) a capacitação destes jovens para o mercado de trabalho. (Explore mais a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |