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“Desde pequeno só pensava em ser bandido, ainda mais quando de tiro de soldado o pai morreu”. A letra de “Faroeste Caboclo”, composição de Renato Russo, ressalta a realidade de muitos jovens de baixa renda no Brasil, (Sem vírgula) que acabam se envolvendo com a criminalidade. Assim, faz-se necessário analisar como a desigualdade social e a evasão escolar contribuem com a problemática. (Explore mais as discussões no parágrafo de introdução)
Em primeiro plano, observa-se que a desigualdade social contribui para o aumento da criminalidade juvenil. Nota-se que, pela grande dificuldade financeira, muitas crianças e adolescentes se envolvem em roubos e tráfico em busca de condições melhores. Como consequência, eles são influenciados cada vez mais a cometerem infrações maiores, tornando-se, assim, adultos criminosos. (Discussões superficiais. Reestruture)
Outrossim, percebe-se que a evasão escolar também é uma grande contribuinte na problemática. Em uma pesquisa sobre as raízes da criminalidade, o sociólogo Marcos Rolim entrevistou um grupo de jovens infratores e, ao invés de um histórico de violência e vício, o que encontrou foi um grande índice de evasão escolar. Com efeito, a situação é ainda mais alarmante quando analisados dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que afirma que 1,3 milhões de adolescentes entre 15 e 17 anos estão fora da escola. (Delimite e explore mais as discussões)
Torna-se evidente, portanto, a adoção de medidas que busquem diminuir esses índices. Dessa forma, o Ministério da Educação (MEC), em parceria com as empresas, deve promover cursos técnicos e estágios remunerados para jovens, para que assim, (Sem vírgula) haja mais oportunidades para jovens com vulnerabilidade social. Além disso, faz-se necessária a união entre prefeitura, escolas e famílias, para que haja maior fiscalização acerca dos alunos que frequentam as aulas. Dessa forma, o Brasil se torna-rá tornará um país mais seguro e com mais oportunidades. (Reestruture a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |