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Segundo a obra "Capitães da Areia", de Jorge Amado, um grupo de menores infratores carente de afeto, instrução e comida, (Sem vírgula) se assemelham aos jovens do contexto atual, os quais muitos vivem na marginalidade. Nesse sentido, a criminalidade entre jovens no Brasil é evidentemente um problema que aflige toda a nação. Assim, a falta de oportunidades, seja por carência de apoio social, seja pela ausência de formação educacional, é um fenômeno relevante. (Explore mais as discussões que serão retomadas ao longo do texto)
Em primeira instância, é perceptível o descaso social para com esses adolescentes, visto que, geralmente, em condições precárias são discriminados pela sociedade. Todavia, se eles tivessem a opção de começarem suas histórias do jeito certo, talvez, não seriam corrompidos pela sociedade, assim como diz o pensamento do filósofo iluminista Rousseau (Qual?). Nesse contexto, os adolescentes de comunidades carentes estão mais propensos a assumirem a prática criminosa (Explore mais essa discussão ao longo do texto), por causa da falta de expectativa social. (Reformule as discussões)
Segundo pesquisas, a maior parte dos jovens carentes deixa a escola sem terminar o ensino fundamental. Por isso, de acordo com a teoria de John Locke, o homem é uma tela em branco, a qual é preenchida por experiências e influências (Reveja essa ideia), de maneira análoga, o jovem que abandona o ensino acaba por receber influências ruins. Desse modo, a evasão escolar é a porta de entrada para o mundo do crime. (Explore mais as discussões)
Por fim, é preciso que haja apoio social e a diminuição da evasão escolar. Destarte, cabe ao Governo Federal, aliado ao MEC e ONGs (Desenvolva a sigla), desenvolver espaços culturais, como parques, oficinas de música, games e culinária entre outros, para que os jovens possam ser inseridos na comunidade e atuem de forma positiva. Ademais, o Governo deve incentivar e contribuir para que os alunos continuem nas escolas, por intermédio do MEC e de propagandas nas mídias que estimulem os jovens a terem um futuro melhor. Dessa maneira, espera-se distanciar os jovens de uma realidade marginal, semelhante a vivida pelos Capitães da Areia. (Desenvolva mais a prioposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |