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Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO: “a representatividade indígena constitui alicerce cultural e histórico dentro do país. Então, buscar garantir seus direitos configura ação ética frente uma sociedade moderna que os torna minoria. Portanto, quando se debate demarcação de terras, normativas constitucionais de proteção aos povos tradicionais e etnocídio, (Sem vírgula) tematizam exemplos problemáticos no Brasil.
Nesse contexto, relatórios acadêmicos da Universidade Federal do Pará – UFPA mostram o impacto das grandes construções hidrelétricas, tal como a Usina de Belo Monte (Vírgula)no estado do Pará, pelo qual denunciam a expulsam da população indígena naquela localidade. Dessa forma, embora existam Órgãos protetores, como a Fundação Nacional do Índio – FUNAI e direitos previstos desde a Constituição de 1988, situações inconcebíveis acontecem (Explore mais essa discussão no texto). Por isso, às vezes (Vírgula) não falta conscientização, mas sensibilidade e caráter na construção de um país ético e democrático.
Por conseguinte, precisa haver um diagnóstico de situações concretas, buscando identificar e denunciar os descasos sofridos por eles, no entanto, a efetividade das ações dos Órgãos competentes apresenta deficiências nessas resoluções. E como já dizia o antropólogo Darcy Ribeiro: “fomos nós que criamos o problema indígena”. Logo, é dever de Estado estabelecer diretrizes constitucionais sérias e eficazes aos povos tradicionais. Também, mais que uma questão de direitos é reconhecer que uma nação se consolida mediante seus valores históricos e a disseminação sociocultural dos povos constituintes. (Delimite e explore mais os argumentos)
Com base nessas considerações, as discussões envolvendo os índios geram problemáticas sérias, sejam pela falta de uma gestão política comprometida ou interesses capitalistas de grandes empresas. Todavia, outras soluções seriam imprescindíveis para resolver o impasse. O Ministério da Cultura e seu então ministro Sérgio Sá Leitão devem elaborar centros especializados de monitoramento 24 horas em comunidades indígenas espalhadas pelo Brasil. Sendo assim, estudantes acadêmicos de Sociologia, História, Filosofia e áreas afins, fariam parte desses centros e ajudariam a desenvolver metodologias protecionistas. Isto posto, uma nova geração de cidadãos equacionarão um país mais justo e politicamente correto. (Explore mais a proposta de intervenção)