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Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO: “o patrimônio histórico é objeto identitário e formador cultural de uma civilização”. Então, valorizá-lo configura desenvolvimento preservacionista e respeito à história cívica dos indivíduos. No entanto, tragédias como a destruição do Museu da Língua Portuguesa em São Paulo e do Museu Nacional no Rio de Janeiro, ambos destruídos pelo fogo, exemplificam uma realidade de descaso e desvalorização.
Nesse contexto, enfatizar o arrasamento dessas arquiteturas históricas e seus acervos consumidos pelas chamas responde a uma abordagem degenerativa do passado. Porque a carbonização daqueles livros, estátuas, fósseis e outros, não se restringem a meros acidentes, mas ao esquecimento sociocultural do país e a perda dos últimos vestígios do conhecimento, seja sobre os povos pré-colombianos ou dos primeiros humanos que entraram no continente Americano, dando ênfase ao fóssil (Luzia). Dessa forma, às vezes não falta conscientização para valorizá-los, mas sensibilidade e caráter em entender o significado dessa historicidade na formação da civilização humana. (Reveja as ideias apresentadas. Reestruture)
Por conseguinte, o filósofo George Santayana já dizia (Dois pontos) “aqueles que não conseguem lembrar do passado estão condenados a repeti-los”. Logo, é imprescindível que existam políticas públicas eficazes à restauração, manutenção e proteção desses patrimônios, tais como: monumentos, cidades históricas (Ouro Preto, centro de Olinda, Pernambuco e etc.), igrejas e casarões clássicos. Para tanto, caso o descaso da administração política persistir na ausência de atenção aos bens culturais e a população eleger representantes despreparados, tragédias iguais aos museus aqui relatados poderão acontecer e as palavras de Santayana se confirmarão. (Reformule a discussão)
Com base nessas considerações, percebe-se a notória relação entre patrimônio histórico e definições culturais (Essa discussão tem de ser mais trabalhada no texto). Além disso, buscar preservá-los tangencia responsabilidade e valoração. Todavia, intervenções ainda carecem para resolver o impasse. O Ministério da Cultura e seu então ministro (Vírgula) Sérgio Sá Leitão, devem desenvolver centros especializados de monitoramento e fiscalização 24 horas voltados, especificamente, aos legados históricos pelo Brasil. Para acontecer, acadêmicos de história, sociologia e filosofia, (Sem vírgula) fariam parte desses centros e ajudariam na administração. Isto posto, uma visão preservacionista irá desenvolver um país no qual valoriza seus bens herdados do passado. (Proposta de intervenção superficial)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |