Tema: Por que valorizar o patrimônio histórico?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 25/10/2018
Nota tradicional: 700
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Na revolução francesa, no século XIX (Vírgula) foi posto a necessidade de eleger monumentos que pudessem refutar o esquecimento do passado. Contanto, no Brasil atual (Vírgula) muito do patrimônio cultural tem sido ignorado pelo poder público e cidadãos em geral. Nesse sentido, convém analisar as principais consequências de tal postura negligente para a nossa (Evite a ideia de primeira pessoa) sociedade.  

É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Isso se reflete na má gestão dos programas que foram criados para proteger museus (Cite no texto), acervos, igrejas, casas e etc..; (Vírgula) devido a falta de administração e fiscalização pública dos recursos dirigidos aos mesmos (Use somente quando houver ideia de igualdade). Posto que o museu nacional do Rio de Janeiro foi consumido por chamas em setembro deste ano.Segundo reportagem do G1 noticias (Vírgula) o museu tinha estrutura em mal estado de conservação, não tinha seguro e as condições de uso eram precárias. (Delimite as ideias. Reestruture o desenvolvimento)

Faz-se, (Sem vírgula) necessário, (Sem vírgula) salientar que a sociedade não valoriza seu patrimônio. Uma pesquisa da BBC Brasil relata que o número de visitantes do museu nacional em 2017 foi inferior ao número de brasileiros que foram a Paris. Assim uma mudança nos valores de valores da sociedade é imprescindível para se transpor barreiras da preservação patrimonial. (Reestruture as discussões. Articule mais os dados apresentados)

Portanto, medidas são necessárias para que se resolva o impasse. Para que isso ocorra, o IPHAN (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) deve solicitar ao estado verbas para manutenção dos patrimônios brasileiros e fiscalizar a gestão das mesmas (Use somente quando houver ideia de igualdade) para que sejam bem empregadas. Considerando a frase do filosofo Immanuel Kant (Dois pontos) “ o ser humano é aquilo que a educação faz dele” ,o MEC (Ministério da Educação) pode promover nas escolas aulas objetivas, para os alunos, sobre a importância de se resguardar um patrimônio, através de professores especializados em história e também excursões aos locais históricos. Dessa forma (Vírgula) o Brasil poderá refutar o esquecimento do nosso histórico passado. (Reestruture a proposta de intervenção)
 

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 200 Nível 5 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo.
Competência 3 150 Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 150 Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 100 Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 700 A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos