O patrimônio histórico do tédio
Tema: Por que valorizar o patrimônio histórico?
Atualmente (Vígula) no Brasil, o patrimônio histórico em sua grande parte é de responsabilidade do governo, nas últimas décadas esses patrimônios têm se deteriorado e (Vírgula) além disso (Vírgula) há um crescente desinteresse da população pela sua história, sendo a tecnologia um dos fatores do desinteresse atual. (Explore mais as discussões no parágrafo de introdução)
A valorização desse tipo de patrimônio está ligada com a valorização da história da população brasileira, isso têm feito com que o povo não conheça as suas raízes e sua história, tornando-se ignorantes dos fatos passados. (Evite esse tipo de construção. Reestruture as ideias apresentadas)
Com o avanço tecnológico (Vírgula) esses patrimônios históricos (Vírgula) por serem mais antigos (Vírgua) dão as pessoas um sentimento de tédio que aliado com a falta de condições estruturais e de conservação levam elas a um desinteresse total sobre o patrimônio como para sua história. (Desenvolvimento superficial das discussões. Reestruture)
Essa falta de vontade das pessoas conhecerem a sua própria história não pode continuar ocorrendo (Evite esse tipo de construção), pois é através da história que podemos (Evite primeira pessoa) olhar para traz trás e ver os erros que foram cometidos para que eles não venham se repetir. (Desevolvimento superficial das discussões)
Algumas atitudes podem reverter a desvalorização atual, a primeira é aumentar os investimentos na cultura para que haja a manutenção dos locais, através de reformas e restaurações (Vírgula) possibilitando também a implantação de recursos tecnológicos de interatividade que informem as pessoas sobre a história daquele local. E por fim informar a população sobre esses patrimônios através de propagandas em redes sociais e de televisão, levando o conhecimento da existência daquele local para as pessoas. (Reformule. Proposta superficial)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 100 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 500 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |