Pelo direito ao livre arbítrio
Tema: Discutindo a legalização do aborto
Diferentemente de outros países, no Brasil o aborto ainda é tratado como uma questão criminalística e não de saúde pública. Em nosso país a lei rege que a pratica do aborto só é plausível em caso de estupro ou risco de morte para a mãe. Instituições religiosas se mostram contrarias ao aborto alegando que a “vida” se inicia na concepção.
Se for se levar em conta o quanto esta pratica é efetiva clandestinamente, percebe-se a necessidade de revisão no congresso de nossas leis. Uma vez que quando realizado sem a supervisão necessária o risco de morte para a mãe aumenta, sem falar dos inúmeros casos em que mulheres tornam-se estéreis devido ao aborto mal feito.
Clinicas não legalizadas ou quartos de casas de civis sem formação, esta é a realidade que se faz presente para nossas mulheres. “Mulheres” que as vezes ainda na menor idade procuram por este serviço, seja por um descuido, seja pela prostituição, risco de morte ou medo da sociedade o fato é que, a procura por esta “solução” existe e acontece em grande número.
O poder de dar a vida é uma benção, por isto que se torna tão incoerente pensar em tira - lá. Passando por cima de alguns princípios, muitas vezes antiquados de algumas religiões, torna-se mais condizente com a sociedade atual um programa de saúde que atue no problema. Como na França onde o aborto é legalizado ate a 12ª semana ( onde o sistema nervoso do embrião não está formado) e depois deste tempo só em casos extremos , como risco de morte à mãe.
Transforma assim alguns conceitos culturais e sociais, mas também traz soluções para a problemática da morte de mulheres , esterilidade ou mutilações destas. Trazendo segurança para as mães que procuram por este serviço, pois em uma sociedade onde impera o livre arbítrio cabe ao Estado no mínimo criar condições para este se realize com o menor risco possível à saúde da mulher .
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.0 |
| Nota final | 6.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |