O futuro vira história

Tema: Por que valorizar o patrimônio histórico?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 18/10/2018
Nota tradicional: 450
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O Museu Nacional do Rio de Janeiro, consumido por um incêndio, contava com um dos maiores acervos de antropologia e história natural do país. Nesse sentido, vê-se a importância da valorização do patrimônio histórico, apesar do deficit de conhecimento da história por parte de alguns e a falta de investimentos. (Desenvolva mais as discussões iniciais)

É fato que sem a história não seria possível entender o desenvolvimento da sociedade. Apesar de tal circunstância, muitos possuem o pensamento retrógrado em relação ao patrimônio histórico, principalmente, por ausência de conhecimento. Além disso, Miguel Cervantes dizia (Dois pontos) "A história é émula do tempo, repositório dos fatos, testemunha do passado, exemplo do presente, advertência do futuro", mostrando como abrange, até mesmo, o vindouro. (Desenvolvimento superficial. Explore mais as ideias apresentadas nesse parágrafo)

Além da ausência do saber, há a falta de investimentos por parte do governo. Um dos motivos principal da conflagração do Museu Nacional foi a omissão de verba para a melhoria e estabilidade do local, tornando notório a relevância da aplicação de bens no patrimônio histórico. Além de que, (Sem vírgula) contribuir para a preservação da memória é um dos aspectos de maior importância quando se fala em formação da identidade nacional. (Desenvolvimento superficial das discussões. Reformule)

Logo, cabe as escolas particulares e públicas, que são responsáveis pelo ensino, criarem projetos através de palestras dinamizadas e jogos, (Sem vírgula) para maior entendimento dos alunos sobre história. Além do mais, o governo, que é responsável pelo país, deve investir no patrimônio histórico através do capital, para sua melhor conservação. (Desenvolvimento superficial da proposta de intervenção. Reestruture)

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 100 Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 50 Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
Nota final 450 A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos