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O patrimônio histórico, em todas as suas formas e expressões, é de fundamental importância para a compreensão da contemporaneidade. Uma vez que, através dele, o ser humano tem a possibilidade de conhecer sua origem, fortalecer sua identidade étnica e cultural, além de reconhecer sua ancestralidade. Além disso, é imprescindível valorizar o patrimônio histórico, visto que ele representa uma excelente fonte de pesquisa e economia. (Ideias pertinentes, mas precisam ser reestruturadas. Melhore a progressão de sentido)
Convém ressaltar, a princípio, a relevância dos elementos históricos, como materiais de estudo, para o entendimento do passado coletivo. Posto que, (Sem vírgula) o homem, desde os primórdios (Evite expressões clichês) da racionalidade, busca conhecer não apenas seu surgimento, como também o mecanismo cultural, político e social de povos antepassados. Nesse contexto, em pleno fervor do cientificismo pós Revolução Francesa, o general Napoleão Bonaparte saqueou objetos simbólicos egípcios, em uma de suas expedições, a fim de estudá-los e preservá-los na França. (Ideias pertinentes. No entanto o argumento precisa ser mais explorada para evitar lacunas)
Ademais, os bens históricos, como monumentos e cidades, exercem extrema influência no âmbito turístico e econômico tanto local, quanto global. Visto que, (Sem vírgula) o turismo além de compor boa parte do PIB (Produto Interno Bruto) de muitos países, constitui, também, a única renda de tantas outras localidades. Esse processo se dá, principalmente, pois muitos buscam pontos turísticos históricos não só para realizar pesquisas, como também para o lazer e a distração – conjuntura análoga aos poetas do romantismo, que utilizavam o passado como “fuga da realidade” (Reveja essa ideia). Contudo, ainda assim, a materialidade do passado não recebe a merecida valorização. (Reformule as discussões apresentadas nesse parágrafo de desenvolvimento)
Portanto, cabe à UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), (em vírgula) realizar projetos, conferências mundiais e regras eficientes para fiscalizar a maneira pela qual os países gerem a preservação e a vigilância de seus patrimônios históricos. Além disso, é necessário que os países, por sua vez, invistam em cuidados para com os elementos históricos, além de incentivar a população, (Sem vírgula) através de propagandas midiáticas e campanhas socioeducativas, (Sem vírgula) a manter tais materiais, a fim de que possam ser também contemplados por futuras gerações.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |