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Napoleão, durante a expansão do seu império no século XIX, conquistou objetos arqueológicos de diversos países, como o Egito, com o objetivo de transformar o museu do Louvre em referência para o mundo ocidental. A história da humanidade mostra a importância da conservação do patrimônio histórico, (Sem vírgula) como base de construção das sociedades. Hoje, no Brasil, diversas são as barreiras para a longevidade histórica e cultural.
Um povo que não conhece a sua história está condenado a repeti-la. A frase do Filósofo Edmund Burke deixa nítida a relação de conhecimento e respeito que uma sociedade deve possuir com o por seu patrimônio histórico. O incêndio no Museu Nacional evidenciou as falhas administrativas dos responsáveis pela sua gestão, que não disponibilizaram recursos suficientes para o controle de incêndios e conservação do prédio, falhas administrativas recorrente na administração pública nacional. (Discussão superficial. Reestruture)
Além disso, o hábito brasileiro de não frequentar museus e apresentações de artes, (Sem vírgula) contribui para um orçamento menor nessas áreas, pois, o poder executivo costuma realizar o orçamento aliado as demandas sociais. No entanto, a falta de incentivo governamental e familiar também é responsável por essa situação. É certo que, com uma mudança de cultura, essa situação se modificará, veja o exemplo dos brasileiros que viajam ao exterior, que para se adequar a realidade do país visitado, criam o hábito de visitar museus e eventos culturais locais. (Discussão superficial. Reestruture)
É evidente, portanto, que há entraves para a conservação do patrimônio histórico nacional. Desse modo, o estado deve tornar a gestão dos museus mais eficiente, com fiscalização contra desvios públicos, além de realizar parceira com iniciativa privada com intuito de aumentar a publicidade. As secretarias da cultura e educação municipais devem criar projetos que buscam incentivar a criatividade dos alunos com viagens e excursões por museus. Além disso, orientar os pais sobre a importância da preservação histórica para o futuro dos seus filhos. Assim, alcançar-se-á uma sociedade que respeita sua história e projeta seu futuro. (Proposta de intervenção superficial. Desenvolva mais)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |