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DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) já foi um assunto bastante debatido no Brasil. No início dos anos 2000, com o aumento ocorrido de casos, principalmente em se tratando da AIDS, campanhas foram disseminadas por todo o país. Propagandas, anúncios do governo, outdoors, até mesmo as novelas abordaram o tema alertando sobre os riscos, contágio, prevenção e consequências. Contudo, com o passar dos anos, pareceu haver uma certa acomodação e não se falou muito mais sobre isso. Estaria a população com um nível de conhecimento satisfatório devido aos anúncios do passado e não era mais necessário (Reestruture)?
Segundo dados do Departamento de DST (Vírgula) do Ministério de Saúde, houve uma explosão de mais de 100% da quantidade de infectados de 15 a 19 anos entre os anos de 2006 a 2015. O mesmo vale para as faixas etárias de 20 a 24 anos, e 25 a 29 anos, que também obtiveram um crescimento que vale a pena ficar atento, apesar de toda a propaganda sobre o tema feita (?) o assunto nos anos anteriores.
Com a mudança no comportamento da sociedade, onde os jovens assumem responsabilidades da vida adulta cada vez mais cedo, a própria sociedade exige um comportamento mais maduro o quanto antes, e com as facilidades que o mundo contemporâneo proporciona, as técnicas antigas de abordagem sobre DSTs se tornaram defasadas. Não é possível mais tratar do assunto com base na tradicional família brasileira (Desenvolva essa ideia), em que os adolescentes se comportam como tal, respeitando as regras de se absterem do sexo e se preocupando apenas com os estudos e se divertirem. (Reestruture as discussões)
O Ministério da Saúde precisa lançar novas campanhas em parceria com o Ministério da Educação (MEC), através das escolas, para que o tema seja debatido em sala de aula, em uma linguagem que chegue aos ouvidos dessa juventude, lembrando-os que eles estão sujeitos às DSTs se não forem responsáveis e cautelosos, e continuarem achando que um adulto é livre para fazer o que quiser (Reformule essa ideia), sem que seus atos gerem consequências. (Reformule a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |