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Define-se DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) como sendo doenças transmitidas através, principalmente, do sexo desprotegido. Infelizmente, observa-se um aumento exponencial destas entre os jovens brasileiros. Esse quadro é agravado pela diminuição do uso de preservativos e da falsa imagem passada pela medicina.
Em primeira análise, cabe pontuar que a diminuição de preservativos agrava essa situação (Como assim? Reformule essa ideia). Isso porque de acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas(IBGE), apenas 36% dos jovens, entre 13 e 18 anos, usaram algum preservativos na primeira relação sexual. Consequentemente, os que não usam ficam mais sujeitos a ação dos agentes etiológicos dessas doenças (Cite algumas no texto), haja vista que os preservativos, como a camisinha, servem de barreira e evitam a infecção do corpo humano e/ou as transmissões de alguma DSTs.
Além disso, vale ressaltar que a medicina passa uma visão errônea sobre esse tipo de doença (Reformule essa discussão). Isso ocorre porque, nos últimos, (Sem vírgula) anos (Vírgula) foram descobertos vários remédios, os quais atacam e destroem os microrganismos que causam essas doenças. Por consequência, a população, em sua maioria, acreditam que não necessitam prevenir-se, uma vez que pode apenas tomar alguma droga e ficarem curados, o que é confirmado na pesquisa divulgada pela BBC, em que 26% dos entrevistados acreditavam que a AIDS tem cura. (Discussões limitadas)
É evidente, portanto, que medidas devem ser tomadas para atenuar esse revés. Diante disso, o Ministério da Educação(MEC), em parceria com escolas, deve, por meio de palestras, oficinas e peças teatrais, sensibilizar os jovens a fazer uso de preservativos, a fim de ficar mais protegido e evitar ser infectado. Além disso, a mídia, através de novelas e séries, deve quebras mitos sobre tais, (Sem vírgula) doenças, a fim de trazer mais esclarecimento para a população. (Proposta de intervenção superficial. Reestruture)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |