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Tudo aquilo que aprendemos (Evite primeira pessoa) na juventude no período escolar é levado para o resto da vida, evidências disso estão na organização, na fala, na forma de tratar as pessoas, tudo isso forma o comportamento. Por isso, enfatizar assuntos como Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), já na puberdade (Vírgula) é indispensável . Uma vez que nossos (Evite ideia de primeira pessoa) jovens estão se sexualizando precocemente. (Reestruture e explore mais as ideias do parágrafo de introdução)
De fato, isso não significa erradicar as doenças ,nem mesmo conscientizar a todos, uma vez que ouvir palestras sobre sexo na escola trás traz constrangimento para muitos, facilitando a falta de atenção e ridicularização do assunto. Ainda, também (Vírgula) temos (Evite primeira pessoa) o desinteresse completo dos jovens sobre prevenção e saúde em contexto geral. Sendo suas preocupações mais frequentes o lançamento de filmes, roupas e quantos irão "pegar" na próxima festa (Reestruture essa discussão). Onde justamente "mora o perigo", pois nunca se sabe onde e quando será o momento propício para um jovem (Vírgula) ou mesmo com quem ter relação sexual, como comprovado por fisiologistas, pedagogos, etc., não com pouca frequência uma mesma garota tem relação sexual sem qualquer prevenção com vários parceiros em um mesmo evento, o que agrava a situação para o sexo masculino. (Reformule as discussões apresentadas nesse parágrafo de desenvolvimento)
Contudo, se os pais, (Sem vírgula) e o Sistema Único de Saúde (Vírgula) juntamente com a escola (Vírgula) cumprirem seus respectivos papéis (Ideia não explorada no texto) será possível amenizar a situação, fazendo com os jovens participem de trabalhos em grupo com a revisão de seus professores contendo uso de materiais didáticos, tecnologias e pesquisas com profissionais (Reestruture). Assim exercitando sua responsabilidade individual, o incentivo da busca pelo conhecimento para apresentar ao coletivo é uma grande estratégia para não só transmitir a informação como obtê-las para si próprio. (Reestruture a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |