Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)
Uma da doenças que marcou o século passado foi a AIDS, de origem e transmissão desconhecidas no início, muitos foram pegos de surpresa. Atualmente, vê-se que vários jovens continuam sendo infectados tanto por ela quanto por outras (DSTs) doenças sexualmente transmissíveis, (Plural) preocupando a população com o grande aumento de casos. Nesse contexto, há dois fatores que não podem ser negligenciados, como o início precoce da vida sexual e a banalização da camisinha.
Em primeira análise, cabe pontuar que os adolescentes estão sendo influenciados a começarem a ter uma vida sexual ativa muito precocemente, promovendo o aumento da problemática, (Ponto final) Comprova-se isso por meio de filmes, novelas, internet entre tantos outros meios que estimulam os jovens a praticarem o ato esquecendo o mais importante, conscientizá-los. Dessa forma, vê-se que é de extrema importância o papel da educação sexual. (Abordagem superficial. Explore mais as discussões propostas nesse parágrafo)
Ademais, convém frisar que os adolescentes não dão o devido valor que a camisinha merece, sendo ela o único meio preventivo capaz de prevenir todas as DSTs. Uma prova disso está na enorme quantidade de infectados que continua crescendo (Apresente dados), mesmo o governo fazendo campanhas e distruibuindo camisinha de forma gratuita. (Desenvolvimento limitado)
Portanto, medidas são necessárias para atenuar a problemática. É imprescindível que os jovens sejam conscientizados desde cedo sobre as diversas doenças sexualmente transmissíveis que o sexo sem proteção pode trazer, isso deve ser realizado através de palestras preparadas pelo MEC (Ministério da Educação) nas escolas. Além disso, é essencial frisar a importância da camisinha por meio de propagandas mais chamativas em diversas midias comunicativas, com a colaboração do Ministério da Saúde junto de ONG's (Reestruture). Logo, poder-se-á afirmar que a pátria educadora oferece mecanismos exitosos para que a AIDS não seja lembrada com um dos males desse século. (Explore mais a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |