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Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um indivíduo se mobiliza com o problema do outro. No Brasil, hodiernamente, quando se observa o número de infectados com Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) verifica-se que esse ideal iluminista está constatado na teoria e não na prática (Vírgula) e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja pela falta de investimentos governamentais no apoio às vítimas, se já seja pelos tabus sobre a conscientização de tal assunto.
É indubitável que a gestão governamental esteja entre as causas do aumento de DSTs em jovens e adultos. Segundo Aristóteles (Dois pontos) “ a política deve ser utilizada de modo que por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade”. De maneira análoga, verifica-se que esse conceito se encontra deturpado no Brasil (Vírgula) à medida que as estruturas especializadas para prevenção, identificação e tratamento se encontram em condições precárias, quando não inexistentes. (Desenvolvimento limitado. Explore mais as discussões apresentadas nesse parágrafo)
Outrossim, destaca-se o preconceito como impulsionador do problema. Tristemente, a existência da discriminação contra portadores de tais doenças é reflexo da valorização dos padrões criados pela consciência coletiva. No entanto, segundo o pensador e ativista Michel Foucault, é preciso mostrar as pessoas que elas são mais livres do que pensam para quebrar pensamentos errôneos construídos em outros momentos históricos. Assim (Vírgula) uma mudança nos valores da sociedade é necessária para transpor a barreira à discriminação de pessoas com DSTs. (Reestruture as discussões apresentadas)
É evidente, portanto, que medidas são necessárias para resolver o problema. Cabe, (Sem vírgula) ao governo federal, por meio do Ministério da Educação e o Ministério da Saúde, realizar campanhas de testes rápidos para identificação das DSTs, além de encaminhamento para o devido tratamento. Palestras em escolas, realizadas por agentes de saúde e psicólogos são necessárias para a sensibilização do uso de preservativos e sobre a inclusão social das pessoas afetadas, afim a fim de que diminua os índices de jovens com DSTs e a discriminação dos portadores da doença, para que ideal iluminista seja constatado na pratica. (Explore mais a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |