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A questão das dst´s DSTs no Brasil tem origem desde de a primeira revolução industrial que ocorreu no século dezoito, com o êxodo rural aumentou o número de doenças como tuberculose e sexualmente transmissíveis (Problemas na construção de sentido). Partindo desse pressuposto (Vírgula) convém analisarmos (Evite primeira pessoa) as principais causas e forma de combate para o impasse. (Reestruture as discussões do parágrafo de introdução e apresente a tese)
Com a revolução industrial as cidades cresceram assustadoramente e ao mesmo tempo desordenadamente, com precários serviços sanitários que facilitaram a proliferação de doenças, inclusive as sexuais. Análogo aos nossos (Evite ideia de primeira pessoa) dias, nós últimos a número de jovens infectados com o vírus HIV aumentou, de acordo com dados do ministério da saúde entre 2006 e 2015 a taxa de jovens entre 15 e 29 anos subiu de 2,6 para 6,9 (Problemas na construção de sentido)%. Tal fato ocorre pela banalização do uso de preservativos nas relações sexuais entre os jovens. (Abordagem superficial do tema)
Ademais, a falta de informação entre os jovens sobre os riscos da prática do sexo não seguro, além da gravidez, das doenças sexuais, e os prejuízos acarretados ao longo da vida por estas (Problemas na construção de sentido). De acordo com uma pesquisa publicada pelo jornal "O Globo" 41% dos jovens brasileiros nunca conversaram sobre sexo com seus pais, 33% não tiveram educação sexual nas escolas. E inadmissível que a sociedade em pleno século 21 saia prejudicado por pensamentos e atitudes arcaicas como estas. (Abordagem superficial do tema)
Desse modo, medidas são necessárias para a resolução do impasse. O governo deve criar propagandas de cunho educativo com ginecologistas explicando a importância do uso dos preservativos, e como se deve usar a camisinha feminina, visto que, (Sem vírgula) muitas mulheres não sabem fazer o uso correto. As escolas devem criar palestras levando sexólogos para debaterem e tirarem dúvidas dos alunos sobre esse assunto tão amplo que é o sexo. Espera-se com isso que o quantitativo de jovens diagnosticados com doenças sexuais diminua a cada ano. (Proposta de intervenção superficial. Reestruture)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |