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O Brasil enfrenta uma verdadeira epidemia de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s DSTs) há décadas. Apesar de ser um problema grave, não tem recebido a atenção necessária por parte da sociedade. Tendo em vista a falta de consciência coletiva, como por exemplo, acerca do uso de preservativos principalmente na juventude, essas enfermidades se converteram numa grave problemática no que tange à saúde pública.
Primeiramente, é necessário pontuar a maior causa das DST’s DSTs: a relação sexual sem proteção. A partir desse fato, é possível observar um maior número de casos entre jovens, que constituem a camada populacional que mais se negligencia quanto ao uso de preservativos, apresentando uma irresponsabilidade comportamental que os torna mais suscetíveis a essas enfermidades (Explore mais essa discussão no texto). Em defesa de tal assertiva, segundo o Ministério da Saúde, em dados de fevereiro de 2017, apontou que os casos de HIV e AIDS entre jovens de 15 a 24 anos aumentou 85% nos últimos 10 anos e, em dados de 2016, seis em cada 10 jovens mantiveram relações sexuais sem proteção.
Paralelamente, a falta de medo de contrair DST’s DSTs contribui para a situação alarmante. O fato de não se relacionar com uma pessoa doente ou pelo estigma de “nunca irá acontecer” é a propulsão para o crescimento dessas patologias, como, por exemplo, o HIV, uma das mais graves DSTs, houve aumento, principalmente entre os mais jovens. De acordo com o Ministério da Saúde, em dados de 2015, o número de novos casos de AIDS entre jovens de 15 a 24 anos cresceu 35,3%. (Explore mais as discussões apresentadas)
Destarte, é necessário trabalhar de forma convincente nas escolas, através de palestras e cursos promovidos pelo Ministério de Educação, o tema da valorização da vida, dos resultados da camisinha, das doenças e mostrar o dano que elas causam para que, assim, o uso de preservativo seja encarado como uma medida de precaução em relações sexuais. Além disso, palestras para os pais com uma abordagem desmistificada das DST’s DSTs, (Sem vírgula) auxiliaria o abandono de tabus entre as famílias dos jovens e se converteria em uma solução contra a negligência social ante as Doenças Sexualmente Transmissíveis. (Proposta superficial. Desenvolva mais)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |