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No período colonial brasileiro era comum o uso da mão de obra escrava nas fazendas açucareiras. Submetidos a péssimas condições de trabalho e maus tratos, muitas vezes os vassalos optavam por tirar sua própria vida a continuar em tal situação. Atualmente, atitudes como essa não são difíceis de se encontrar, visto que o suicídio é um problema que se alastra entre os jovens e necessita de maior atenção da sociedade para a sua resolução.
Exemplificando, de acordo com o sociólogo Émile Durkheim (Vírgula) os fatores sociais que geram um autocídio não age sobre um indivíduo isolado, mas sobre o conjunto da massa populacional. Tal pensamento demonstra que o que leva uma pessoa a matar-se é como esta relaciona-se em grupo ou como o próprio a recebe, visto que nas escolas contemporâneas é comum a prática de bullying entre colegas, geralmente ocasionado pela exclusão social. Considerado um tabu (Explore mais essa discussão no texto), tal situação é evidenciada em um programa de televisão americana, Os 13 porquês, mostrando como um suicídio pode influenciar negativamente o cotidiano de adolescentes.
Seguidamente, tal obstáculo não fica restrito somente aos jovens. Pesquisas apontam que os idosos são os que mais tentam tirar a própria vida por sentirem-se sozinhos ou abandonados, entretanto, não obtêm o êxito esperado diante de complicações geradas durante o processo. Esse cenário de dificuldades em ambas as faixas etárias ocasiona certo transtorno a todos ligados emocionalmente ao indivíduo que faz esse tipo de escolha, demonstrando que o suicídio, após efetuado, pode trazer consequências irreversíveis. (Discussões pertinentes, porém superficiais)
Em suma, o suicídio é um problema social que sem devida resolução pode tornar-se um estorvo para toda a sociedade. Assim, faz-se necessário que o MEC (Ministério da Educação e Cultura) (Vírgula) em conjunto,. (Sem ponto final) com o Governo Estadual disponibilize psicólogos que estejam prontos para ouvir adolescentes e idosos, isso através de campanhas feitas em escolas públicas e asilos, alertando toda a população dos males causados por tal situação. Desta forma, o autocídio não será mais um problema e a sociedade poderá ver a continuação do progresso. (Proposta de intervenção superficial)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |