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Nas últimas décadas observa-se através das mídias televisiva e sociais que o Brasil vem enfrentando diversos problemas relacionado ao suicídios entre os jovens. São fatores que contribuem para essa problemática, (Dois pontos) o uso inadequado das redes sociais, bem como, (Sem vírgula) a falta de diálogo entre pais e filhos. (Desenvolva mais as discussões do parágrafo de introdução, uma vez que elas serão retomadas ao longo do texto)
Como primeira constatação (Vírgula) observa-se que preocupações associadas ao suicídios entre jovens não só existem como vêm crescendo a cada dia. Por conta disso (Vírgula) é preciso buscar as causas dessa questão, entre as quais, (Sem vírgula) emerge o mau uso das redes sociais (Vírgula) a exemplo do Facebook e Instagram (Vírgula) em que os jovens assistem relatos e acompanham o cotidiano de pessoas onde esbanjam vidas fantásticas; e visto isso por comparação a vida de quem assiste a esse espetáculo parece pior, principalmente quando surge problemas (Evite esse tipo de construção no texto. Reestruture essa ideia). E esses fatores atuam em um fluxo contínuo e favorecem na formação de um problema social com dimensões cada vez maiores. (Reestruture as discussões desse parágrafo)
Outro ponto que merece atenção está relacionado a falta de diálogo dos pais com o seus filhos (Cuidado com a ambiguidade) em que por motivo diversos tendem a preencher essa lacuna oferecendo iphone e computadores. Análogo a esse comportamento que se instaurou na sociedade, os jovens tendem a se afastar do convívio social e consequentemente submete á influências virtuais. E com efeito negativo dessa problemática está o aumento da taxa de suicídio, haja vista que (Vírgula) segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) (Vírgula) o suicídio é a segunda maior causa de morte entre jovens no mundo. (Discussões superficiais)
É evidente, portanto, que medidas precisam ser tomadas (Vírgula) que visem a prevenção do suicídios entre os jovens. Logo, o Ministério da Educação (MEC) deve instituir nas escolas, palestras, ministradas por psicólogo, que discutem com a comunidade interna e externa questões sobre o suicídio, afim a fim de que o tecido sociais social se desprendam de certos tabus para que não viva a realidade das sombras, assim como na alegoria da caverna de Platão (Essa discussão não foi apresentada no texto). (Desenvolva mais a proposta de intervenção, pois está limitada)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |