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A cada 40 segundos uma pessoa morre por suicídio no mundo, a fim de conscientizar a população e alertar para o alto número de suicídios o Centro de Valorização da Vida (CVV), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (IASP) se uniram e criaram, em 2015, o “Setembro Amarelo”. Na atualidade o debate sobre essa problemática vem ganhando notoriedade após o suicídio de jovens de escolas particulares de São Paulo. E levantando a questão: como resolver o problema de suicídio entre jovens? (Reestruture as discussões do parágrafo de introdução)
O suicídio de dois alunos do Colégio Bandeirantes, tradicional escola de elite de São Paulo (Vírgula) trouxe à tona a discussão sobre este assunto considerado tabu em nossa (Evite ideia de primeira pessoa) sociedade. Para pensadores, como Goethe, Kant, Sartre e Russeau, o suicídio é ambíguo, uma vez que diante deste o indivíduo quer acabar com a dor, angústia, e não com a vida em si. Sofrimento este, (Sem vírgula) que advém dos conflitos intrapsíquicos que perturbam o seu “eu” interior, onde ele só consegue ver a morte como solução. O suicídio pode ser causado por vários fatores, dentre eles depressão, e ansiedade. O sofrimento que o possível suicida apresenta pode ser verdadeiro ou proveniente de algum transtorno. (Reestruture as discussões apresentadas nesse parágrafo, pois estão superficiais)
Temos (Evite primeira pessoa) ainda como fator para o suicídio dos jovens o abuso de substâncias químicas como um dos riscos. Precisamos (Evite primeira pessoa) lembrar que o cérebro do jovem em formação está exposto a um desequilíbrio no amadurecimento: o hipocampo e a amígdala, regiões cerebrais responsáveis pelos sentimentos e pelo armazenamento de emoções, amadurecem mais rapidamente que o córtex pré-frontal, responsável pela regulação emocional e de impulsos. Esse desiquilíbrio dura até os 25 anos de idade. Lembrando que quanto mais saudável o cérebro, menos vulnerável ele estará à depressão e ao suicídio. Por este motivo é tão importante evitar álcool e drogas na adolescência. Existe ainda um desequilíbrio grande e uma ausência de espaços para desabafar e conversar com os pais (Vírgula) e temos (Evite primeira pessoa) ainda as indecisões da idade, sem contar ainda das cobranças de um futuro desconhecido. (Discussões pertinentes, porém precisam ser reestruturadas)
O maior problema enfrentado em relação ao suicídio é que ainda trata-se de um tabu. Falar no assunto é raro e as pessoas têm medo de procurar ajuda por preconceito da família, dos amigos. E preciso destacar o papel conjunto entre órgão público e sociedade no combate ai ao suicídio alertando sintomas e auxiliando na facilidade com a comunicação entre esses jovens problemáticos. (Apresente a proposta de intervenção)
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Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |