O suicídio como a única saída para o sofrimento

Tema: O suicídio entre os jovens: como resolver esse problema?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 05/07/2018
Nota tradicional: 500
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A taxa de suicídio vem crescendo mundialmente de forma excessiva nos últimos anos. Entre os jovens é algo que a cada ano torna-se mais frequente e, consequentemente, comum. Um adolescente às vezes rico, que tem tudo, pode vir a cometer o ato de se matar. Mas independentemente da condição social, deve-se entender que o pensamento de um suicida tem uma série de dificuldades que antecedem a ação final, isto é, problemas psicológicos levam a reflexão de que a única solução é tirar a vida de si próprio, além da falta de atenção familiar; mais precisamente dos pais. Quando não se tem apoio alheio, a pessoa sente-se sozinha, chegando à conclusão de que se matar é a melhor saída, o que não é verdade (Reformule essa ideia)

Os problemas psicológicos mais comuns que levam alguém a tirar sua vida (Cuidado com a ambiguidade) são ansiedade, depressão e síndrome do pânico. O indivíduo juvenil que sofre com qualquer um destes pode não ter compreensão daquilo que sente e, assim, não procurar a ajuda necessária. Além disso, em muitos casos, o jovem tem vergonha de si mesmo e por conta de tamanha sensibilidade que esse impasse psicológico tem como consequência sobre tal, o púbere pode vir a sofrer bullying (Reestruture essa ideia). O preconceito de outras pessoas contra um alguém que passa por problemas psíquicos encadeia ao pensamento de solidão, já que o mesmo (Use somente quando houver ideia de igualdade) não tem a quem recorrer quando necessita compartilhar o que lhe aflige, assim, o suicídio acaba sendo visto como uma opção plausível de livrar-se da dor. (Discussão superficial. Reestruture)

Diante de tais problemas que atingem o mental do adolescente, existe a falta de atenção dos pais. As fases da puberdade e da adolescência necessitam muitíssimo de uma atenção maior, até porque o indivíduo sofre inúmeras mudanças mentais e físicas nessa transição. Uma conversa com os pais no dia a dia faz-se cada vez mais essencial, visto que criança quer brincar, porém, o adolescente não deseja mais isso e começa a entrar numa fase onde em que, muitas vezes, não se compreende diante das suas modificações (Reformule essa ideia). Assim, iniciam-se as chamadas crises existenciais, sem o diálogo com quem mais deveria ser presente nessa fase o adolescente passa a recorrer a outras pessoas e outras informações que, em inúmeros casos, não são boas; metendo-se em grandes impasses prejudiciais a sua vida, como o uso de drogas. Parece que não, todavia, o uso de substâncias ilícitas é uma forma de livrar-se do que lhe faz mal e ter momentos de prazer e felicidade, porém, o efeito passa e cada vez é preciso usar mais e mais, tanto pela abstinência como pelo motivo de sentimentos ruins, que se guardados somente para si, tornam-se insustentáveis para que uma pessoa aguente sozinha. Dessa forma, o jovem encontra o refúgio no suicídio para acabar com o turbilhão de sentimentos que lhe invadem. (Discussões superficiais. Delimite e desenvolva mais)

É notório, por conseguinte, que a adolescência é uma fase em que o jovem necessita de uma maior atenção familiar em sua vida. Ainda, o sistema escolar deve estar preparado com um auxílio psicológico para os casos em que o aluno sofra com tais impasses mentais e não tenha a ajuda necessária em casa, dessa maneira o mesmo (Use somente quando houver ideia de igualdade) poderá conversar e expor seus problemas para alguém que saiba como ajudá-lo. Para isso, políticas públicas carece ser expugnadas por parte do Ministério da Educação (MEC) e Ministério da Saúde (MS) em junção propondo palestras nas escolas que discutam tais problemas que possam vir a confundir o jovem, para que desse modo tal (Reestruture essa ideia) perceba que o suicídio não é a saída e que não é só ele, e sim inúmeras pessoas passam e compartilham de sensações parecidas com as que lhe afetam. (Reestruture a proposta de intervenção)

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 100 Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 100 Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 500 A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos