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A palavra suicídio vem do latim: (Sem dois pontos) ‘sui caedere’ (Aspas duplas) e significa ‘matar-se’ (Aspas duplas). Prática realizada desde a Grécia antiga como método de libertar-se do sofrimento. Sendo a quarta causa de morte de jovens no Brasil. Os motivos para o suicídio são variados, desde a adolescência ao encontrar dificuldade como as mudanças naturais da idade, buillyng bullying na escola e tende continuar na idade adulta com os problemas pessoais ou financeiros, abuso de álcool ou drogas, medicamentos, fim de relacionamento, doenças terminais e até mesmo excesso a tecnologia que restringe o contato humano causando a sensação de solidão. (Reestruture as discussões apresentadas no parágrafo de introdução)
Constantemente somos (Evite ideia de primeira pessoa) bombardeados com campanhas em prol da prevenção do suicídio. Na mídia (Vírgula) nas campanhas do governo, na TV como a famosa série Os 13 Porquês (Aspas duplas) explicando possíveis causas da morte de personagem. Na literatura como o livro Suicídio de Durkheim focado nas características individuais e suas conexões (Reformule essa ideia). Ao mesmo tempo nos deparamos (Evite ideia de primeira pessoa) com um certo despreparo de profissionais que trabalham com jovens ou da própria família e amigos do suicida. Até mesmo romance da morte a Goethe fez em Sofrimentos do jovem Wherter, que se suicidou por uma rejeição amorosa. Na música (Vírgula) os músicos Chris Cornel e Chester Benington que suicidaram, os casos serviram de inspiração para fãs e simpatizantes finalizarem a própria vida, mal interpretados, afundados em niilismo, ansiedade e depressão. (Pouco desenvolvimento das ideias apresentadas. Delimite e desenvolva mais)
A luta contra este mal que assombra em pleno século XXI precisa começar pela conscientização da sociedade, falar abertamente sobre saúde mental, buscar compreensão da família e amigos, encontrar e elucidar causas (Quais?). Restringir acesso a meios letais, retirar do alcance objetos cortantes e perfurantes, medicamentos. Já disse Augusto Cury: ‘’ Quando uma pessoa pensa em suicídio, ela quer matar a dor, mas nunca a vida.’’. (Proposta de intervenção superficial. Desenvolva mais)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |