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As redes sociais são as maiores fontes de informação no Brasil e no mundo. No entanto, nem tudo que elas circulam é verdadeiro, edificando a problemática das fake news, que prejudicam o pensamento coletivo visando a democracia (Reestruture essa ideia).
No século atual, as notícias falsas causam impacto amplo. Tendo em vista que as mídias sociais são usadas como formadoras de opinião e como meio de difusão informacional por jornalistas, o número de fake news tem subido intensamente (Vírgula) e dificultam a busca da razão e da verdade dos fatos. Em defesa de tal assertiva, está o comportamento dos usuários que não filtram o conteúdo da informação recebida, não a interpretam corretamente e acabam por se desviar da veracidade, criando uma bolha de notícias inventadas. (Desenvolvimento superficial)
Paralelamente, o incessante sensacionalismo assola a sociedade brasileira. Para muitos, os fatos têm de ser repercutidos e não comprovados, isto é, não enxergam a necessidade de que sejam fatos verdadeiros (Vírgula) e sim que sejam condizentes com seu ponto de vista. Com isso, mal-intencionados elaboram notícias sensacionalistas com título e conteúdo persuasivo e que se aplicam a ideologia do público-alvo e (Vírgula) por conseguinte, atingindo a finalidade de expansão de notícias falsas em escala global. (Abordagem superficial do tema)
Destarte, urge a necessidade da aprovação da lei que criminaliza a difusão desses embustes, privando a sociedade de informações prejudiciais e punindo as fontes enganosas, (Sem vírgula) com embasamento jurídico. Aliado a isso, cabe às redes sociais aplicarem mecanismos técnicos que controlem a disseminação de notícias, reconhecendo-as (Vírgula) e as que se mostrarem desprovidas de veracidade, (Sem vírgula) sejam excluídas (Vírgula) e a plataforma divulgadora, banida. Visto que as redes sociais são os locais de troca de conhecimento e de extração de informação, tais medidas facilitariam a supracitada implantação da democracia (Essa ideia precisa ser mais abordada ao longo do texto) e troca de conhecimento.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
150 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |