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No Brasil, desde a colonização, há um processo de sincretismo, (Sem vírgula) em que a cultura da nação sofre influência africana, europeia e indígena. Entretanto, devido a grande valorização e hegemonia das tradições e das características do povo europeu. Até hoje, (Sem vírgula) há uma exaltação de tudo que vem do branco (Vírgula) e desprezo e preconceito pelo que é de origem negra, tornando um país racista e muito injusto, que mesmo ciente de tal prática, permanece excludente ao longo dos séculos. (Reestruture as ideias apresentadas no parágrafo de introdução)
Essa discriminação é amplamente difundida á sociedade mundial. É explícito e reforçado pela mídia. Nos meios de comunicação de massa, como o cinema, a televisão e a internet, são visíveis a falta de espaço para a produção de origem afrodescendente e a ausência de papéis principalmente de protagonistas em filmes, séries e novelas para atores negros. Contudo, quando existem personagens disponíveis, são usados para a construção de estereótipos preconceituosos, a exemplo de negros retratados como criminosos ou trabalhadores de subempregos. (Reestruture as discussões apresentadas nesse parágrafo)
Fica evidente que os desafios são muitos, e a superação só com ação para a mudança do atual contexto de desigualdades entre raças, que continua assolando o país. O Ministério da Educação (MEC) deve realizar a inserção de tópicos fundamentais (Desenvolva mais essa ideia) no currículo escolar para a formação cidadã, para o entendimento da construção sincretista brasileira e também deve ser discutido nas aulas de Sociologia a importância do negro na sociedade e o seu legado cultural. Como Machado de Assis, que é considerado um dos grandes gênios da história da literatura, ao lado de autores como Dante, Shakespeare e Camões. Além disso, o Ministério da Cultura deve usar de seus recursos para que promova na diversidade da cultura nacional a desconstrução da imagem estereotipada que difama o negro. E que assim fique claro que o lugar do negro é onde ele quiser. (Reformule a proposta de intervenção)
Esquecer é uma necessidade. A vida é uma lousa, em que o destino, para escrever um novo caso, precisa de apagar o caso escrito.
Machado de Assis (Não compreende a estrutura do texto dissertativo-argumentativo)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |