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Ultimamente atos de covardia vem sendo registrados em nosso (Evite ideia de primeira pessoa) país, a violência contra a mulher são divulgados diariamente. Na A maioria dos casos de agressões são por motivos de ciúmes, fins de relacionamentos, (Sem vírgula) e pensamentos machistas (Desenvolva essa ideia no texto). Alguns dos agressores são membros da própria família ou parceiros das vítimas, porém a própria mídia é a pioneira destes atos, pois a mesma (Use quando houver ideia de igualdade) distorce a realidade para o público, mostrando novelas com casais em relacionamentos desequilibrados. (Delimite as discussões. Apresente a tese)
Em algumas famílias predominam pensamentos machistas (Abordagem superficial), onde em que a mulher é predestinada a ter apenas a função de doméstica, arrumar a casa e realizar certas tarefas onde na qual a mesma (Use quando houver ideia de igualdade) não se encontra em liberdade. Caso a vítima faça uma ação que não seja de acordo com o pensamento do agressor, o sujeito agride fisicamente e psicologicamente a sua vítima, tendo a mesma como uma escrava. (Desenvolvimento superficial. Reestruture)
Certos relacionamentos são duradouros (Vírgula) mas nem sempre são alegres, pois alguns homens tentam controlar suas parceiras e impor mudanças em seus comportamentos por motivos de ciúmes, porém, (Sem vírgula) a maioria das mulheres não aceitam essas pressões e são agredidas covardemente, mas não querem denunciar seus agressores, pois preferem manter uma falsa união. (Desenvolvimento limitado. Reestruture)
O problema que a sociedade reproduz ao longo dos anos, (Sem vírgula) é são os pensamentos retrógrados que a própria mídia sem intenção coloca no público. Uns desses fatores são os conteúdos fictícios que as novelas abordam, mostrando a mulher com uma imagem de fraca, emotiva e sentimental, em um relacionamento estável e perfeito, submissa ao marido, ou de empregada e sendo vista como objeto. (Reestruture)
Entretanto (Vírgula) para haver uma mudança em nossa sociedade, cabe ao homem mudar os pensamentos e respeitar a liberdade de suas parceiras, enxergando a mulher não como um objeto, ou uma escrava, mas sim o seu direito de ser humano, sem agir de acordo com a ideia fictícia que a mídia mostra para o público. (Desenvolvimento superficial da proposta de intervenção)