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É indubitável que a luta de mulheres por seus direitos e interesses não pode ser caracterizada como uma novidade. Em uma sociedade repleta de valores patriarcais (Desenvolva essa ideia no texto), a misoginia representa um problema de grande escala. Por conseguinte, debates contemporâneos demonstram a utopia da igualdade de gêneros, e a realidade violenta e discriminatória em que a figura feminina está inserida.
Simone de Beauvoir afirmava que os homens estereotipam as mulheres para manter o patriarcado, infelizmente tal citação ainda se aplica em dias atuais, já que a objetificação do corpo feminino é diariamente propagada. A misoginia promove muitos debates, a desigualdade salarial, a atuação da mulher na política, e em seu auge o feminicídio (Desenvolva mais essa ideia no texto). Sendo este definido como a expressão fatal do cenário violento em que vive a mulher brasileira. (Desenvolva mais as discussões)
Em 2015 (Vírgula) o Mapa da Violência apontou que entre 1980 e 2013, 106.093 pessoas morreram por sua condição de ser mulher. Neste mesmo ano entrou em vigor a lei que prevê a proteção de mulheres contra tais crimes hediondos e a violência contra o gênero. Embora medidas tenham sido tomadas é nítida a necessidade de uma atuação assídua perante o tema, já que os números não representam apenas estatísticas (Vírgula) e sim vidas. (Desenvolva mais)
É inadmissível que a vida de brasileiras se resuma a obras como “Geni e o Zepelim” (Por quê?), é necessário que (Vírgula) diante de ataques físicos e psíquicos contra as mulheres, haja uma severa atuação da sociedade como um todo. Cabe ao Governo assegurar a atuação das leis, (Sem vírgula) e (Vírgula) juntamente a mídia e escolas (Vírgula) disseminar movimentos que promovam a igualdade de gêneros, para assim, (Sem vírgula) eliminar visões patriarcais. Sendo assim, a nação não será convidada a discutir questões retóricas. (Desenvolvimento superficial)