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No percurso histórico da humanidade, a mulher sempre teve seu papel minimizado em relação ao homem, haja vista que já na Grécia Antiga eram totalmente submissas e exploradas pelos maridos. Hodiernamente (Evite termos clichês), ainda diante de uma sociedade machista e patriarcal, esse panorama é ainda pior, principalmente diante do crescimento do feminicídio em todo o mundo. Contudo, embora os crimes contra as mulheres sejam recorrentes, especialmente no Brasil, são atenuados e as denúncias raramente acontecem, aumentando cada vez mais os índices no país.
Em primeiro plano, é indubitável que a legislação brasileira pouco ampare as mulheres diante de crimes hediondos como assassinato, estupro e até exploração. Nota-se, por exemplo, que, (Sem vírgula) assim como tantas outras, a Lei Maria da Penha foi criada apenas após inúmeras mulheres sofrerem com a violência doméstica. Nesse panorama, a tardia atenção à segurança feminina leva ao aumento cada vez mais rápido dos casos de feminicídio, uma vez que as investigações e punições também demandam muito tempo, desencorajando até mesmo possíveis denúnciais.
Somado a esse atraso, embora (Vírgula) hoje (Vírgula) inúmeros coletivos feministas lutem para preservar a integridade e segurança das mulheres, mesmo com a Lei do Feminicídio, o Brasil ainda registra 12 assassinatos diariamente contra elas. Esse absurdo dado mostra o quão é deficiente o cuidado com essa classe no país, haja vista que um crime desses muitas vezes é investigado, por exemplo, como qualquer outro, sem levar em consideração suas particularidades por tratar-se de um caso de feminicídio (Cuidado ao fazer esse tipo de abordagem superficial). Destarte, embora teoricamente tenha sido criada com o objetivo de ser efetivamente aplicada, essa lei é pouco valorizada (Reestruture essa ideia), apontando para um retrocesso nas conquistas das mulheres.
Conclui-se (Redundância. Use conjunções conclusivas), portanto, que o feminicídio tem raízes na machista sociedade brasileira (Essa ideia não foi desenvolvida, apenas mencionada no texto) e hoje é um sério problema que cresce mascarado. Para reverter esse calamitoso cenário, é necessário a criação, pelo Governo Federal em parceria com a Secretaria de Segurança, de mais órgãos legais destinados à preservação da segurança feminina para que esses crimes possam ser atenuados e possivelmente extintos. Apenas dessa forma, (Sem vírgula) a submissão feminina presente Grécia Antiga não prevalecerá na sociedade contemporânea do século XXI. (Proposta superficial)