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A violência contra a mulher é uma questão que merece atenção no país, visto que é um fator preocupante, que (Evite queísmo no texto) está alinhado à uma política ainda muito fraca em relação à este grupo que têm conquistado expressivo espaço nas últimas décadas, em todos os aspectos. O sentimento, muitas vezes de posse, que o homem apresenta à respeito das mulheres, é um fator negativo de extrema força quando se trata do feminicídio. Conivente com a isso, encontra-se a legislação com leis brandas e muito mansas (Redundância) com aqueles que atentam contra as mulheres. (Ideias superficiais. Desenvolva mais)
É notório que o sentimento de posse é um dos principais causadores do problema, levando em consideração que até meados do século XX, (Sem vírgula) a mulher era submissa ao homem. No entanto, a ideia de controlá-las - um mal da sociedade moderna, herdado de muito tempo (Aborde essa ideia no texto) - tem que ser combatido com veemência, pois esse mal hábito leva à concessão dessas práticas, que consequentemente resultam em trágicas consequências. (Reestruture)
Na mesma direção, (Sem vírgula) encontra-se a legislação brasileira, contendo uma margem de penalização pouco efetiva para tais crimes relativos, com penas alternativas que muitas vezes tornam o cometimento do ato um tanto confortável, o que gera a reincidência por ter consciência da tranquilidade da lei. (Desenvolvimento limitado)
Portanto, o combate começa pela educação familiar, onde em que os genitores têm a obrigação de moldar a educação, logo o devido respeito (Reestruture essa ideia). Em paralelo à isso, a intensificação da legislação é um ponto crucial e de suma importância para a diminuição dos casos, aliados com uma política de combate conscientizadora, como também explanadora da severidade de tais incrementações, afinal o referido são as genitoras da nação brasileira. (Proposta superficial)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |