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A violência contra a mulher é uma questão que merece atenção no país, visto que é um fator preocupante, que (Evite queísmo no texto) está alinhado à uma política ainda muito fraca em relação à este grupo que têm conquistado expressivo espaço nas últimas décadas, em todos os aspectos. O sentimento, muitas vezes de posse, que o homem apresenta à respeito das mulheres, é um fator negativo de extrema força quando se trata do feminicídio. Conivente com a isso, encontra-se a legislação com leis brandas e muito mansas (Redundância) com aqueles que atentam contra as mulheres. (Ideias superficiais. Desenvolva mais)
É notório que o sentimento de posse é um dos principais causadores do problema, levando em consideração que até meados do século XX, (Sem vírgula) a mulher era submissa ao homem. No entanto, a ideia de controlá-las - um mal da sociedade moderna, herdado de muito tempo (Aborde essa ideia no texto) - tem que ser combatido com veemência, pois esse mal hábito leva à concessão dessas práticas, que consequentemente resultam em trágicas consequências. (Reestruture)
Na mesma direção, (Sem vírgula) encontra-se a legislação brasileira, contendo uma margem de penalização pouco efetiva para tais crimes relativos, com penas alternativas que muitas vezes tornam o cometimento do ato um tanto confortável, o que gera a reincidência por ter consciência da tranquilidade da lei. (Desenvolvimento limitado)
Portanto, o combate começa pela educação familiar, onde em que os genitores têm a obrigação de moldar a educação, logo o devido respeito (Reestruture essa ideia). Em paralelo à isso, a intensificação da legislação é um ponto crucial e de suma importância para a diminuição dos casos, aliados com uma política de combate conscientizadora, como também explanadora da severidade de tais incrementações, afinal o referido são as genitoras da nação brasileira. (Proposta superficial)