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O Brasil é um país democrático baseado nos direitos da Constituição de 1988, onde passou a considerar a mulher um sujeito político (Reestruture essa ideia, pois não só a mulher, como também o homem, são sujeitos políticos). Antes desta data a mulher não tinha qualquer participação no cenário sócio-político, ou seja, um avanço. De 1988 até 2018 trinta anos se passaram e (Vírgula) nem por isso o Estado se tornou igualitário (Vírgula) pelo contrário (Vírgula) assumiu uma postura cada vez mais machista e sexista. (Reestruture as discussões)
O machismo e o sexismo não são matérias reclusas apenas aos homens, mas também a muitas mulheres, pois ambos foram ensinados que quando uma mulher fora espancada é porque ela fez algo que cunhou na agressão (Vírgula) ou quando é estuprada foi porque a mesma (Use quando houver ideia de igualdade) estava usando roupas curtas (Vírgula) o que motivou o comportamento animalesco (Abordagem superficial). É necessário ensinar á a sociedade que a culpabilização da vítima está errada (Vírgula) uma vez que a mesma nunca é culpada, mas que políticas mal planejadas cunham em um Estado cada vez mais violento e desigual. (Reestruture e desenvolva mais as discussões)
Segundo o Mapa de Violência de 2015 (Vírgula) o Brasil está entre os países com maior índice de feminicídio, ocupando a quinta colocação (Vírgula) deixando para trás países extremistas como a Síria. E o mais alarmante desses dados é que (Vírgula) segundo o Instituto de Pesquisa Economia Aplicada (IPEA) (Vírgula) 4.621 desses feminicídios são de mulheres negras, associando a misoginia a um quadro de racismo. Tais dados são frutos de uma política fraca e defasada sem qualquer tipo de suporte as mulheres que somam aproximadamente 105 milhões da população total do país. (Abordagem superficial)
É necessário punir os agressores mais severamente, nos flagrantes a prisão deve ser decretada e tida como inafiançável, capacitar os profissionais para lidar com as vítimas de violência sexual e de agressão, tipificar a Lei Maria da Penha (Vírgula) o que daria a ela maior suporte e abrangência contra a violência contra a mulher, além de disponibilizar a vítima uma escolta por setenta e duas horas para qualquer possível retaliação do agressor. (Não compreende a estrutura do texto dissertativo-argumentativo)
Ademais (Vírgula) é necessário que o Estado propicie mais empregos em todos os cargos para as mulheres, criando leis que obrigue as empresas e o próprio Estado o direito às mulheres a mutabilidade de seus cargos, pois com a valorização das mulheres dentro do mercado de trabalho levara ao empoderamento feminino desmistificando a subserviência da mulher em relação ao homem (Reveja essa ideia e reestruture). Com isso haveria um decréscimo nas taxas de homicídios, pois os homens teriam que aprender que o Estado passou a assegurar os mesmos direitos a homens e mulheres descartando o papel inferiorizado da mulher na sociedade e que a partir do momento que um homem agredisse uma mulher ele não mais seria punido com pagamentos de cestas básicas ou serviços comunitários, mas punidos por uma lei justa e rigorosa. (Não compreende a estrutura do texto dissertativo-argumentativo. Cuidado para não fugir do tema)
Por fim (Vírgula) nas escolas devem acrescentar como carga curricular aulas de direitos cívicos e políticos para ensinar aos jovens que são o futuro da nação (Vírgula) que todos têm os mesmos direitos e deveres (Vírgula) desmistificando o sexismo, o misoginismo e o machismo, pois como disse Paulo Freire (Dois pontos) “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. (Proposta limitada)