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No Brasil, assim como no restante do mundo (Vírgula) a sociedade continua sendo patriarcal, machista, conservadora e segregacionista (Cuidado ao fazer esse tipo de afirmação). Isso é evidente no tratamento dispensado a homens e a mulheres na sociedade. O homem é tratado como ser dominante, senhor de tudo e criador de leis e direitos, já as mulheres são tidas apenas como progenitoras, objetos sexuais e domésticos e devem ser sempre submissas, seja ao pai, ao namorado, ao marido, ao chefe e aos membros masculinos da família e do grupo social ao qual se relaciona. E por esse motivo devem viver de acordo com os dogmas impostos por eles e ter os direitos que eles determinarem já que são eles que detêm o poder. (Propostas pertinentes para a discussão, porém precisam ser reestruturadas. Apresente a tese)
Assim, são frequentes os casos de mulheres que sofreram ou sofrem algum tipo de violência dentro e fora dos meios em que se relacionam, seja essa violência porque se rebelaram contra alguma regra impostas a elas, ou porque reivindicaram seus direitos, ou (Evite repetições) porque não atingiram as expectativas colocadas a elas ou até mesmo por quererem dissolver laços afetivos. E ainda mais frequentes do que a violência contra elas tem sido os casos em que essas mulheres foram brutalmente assassinadas, muitas vezes por familiares, por parceiros ou ex-parceiros sendo vitimas dessa violência misógina. (Desenvolva mais)
E toda essa violência tem gerado inúmeros debates a cerca acerca da violência contra a mulher, pois apesar de no país haver uma lei que coíbe a violência contra a mulher (Lei Maria da Penha), esta não tem sido eficaz contra o feminicídio, uma vez que o Brasil possui a quinta maior taxa de feminicídio do mundo segundo a Organização Mundial da Saúde.
Sob esse viés, podem-se apontar inúmeros fatores, (Sem vírgula) que propiciam a violência contra a mulher, dos quais se pode citar a impunidade, a falta de leis mais severas, a culpabilização da vítima e a passividade da sociedade e do Estado diante de casos de violência. No caso dos feminicídios em especial (Vírgula) pode-se apontar a negligência do Estado, da justiça e da comunidade, muito embora não se possa negar que o real culpado é o agressor, porém é a negligência que faz com que as “mortes anunciadas” não sejam evitadas (Reestruture essa ideia).
Assim (Vírgula) se houvesse uma maior mobilização de todos esses agentes, da justiça impondo leis e punições mais severas; do Estado promovendo estruturas e segurança para as denúncias, amparo às vitimas de violência, maior comprometimento das instituições públicas no combate à violência contra a mulher, treinamento para os policias para saber lidarem com essas questões; e educação para a sociedade para que essa se mobilizasse para mudar as doutrinas arcaicas de sua formação coibindo o machismo e denunciando agressões contra mulheres, haveria uma efetiva redução nas taxas de feminicídios do país, dado que os agressores não teriam mais desculpas para seus atos de barbáries (Vírgula) nem sairiam impunes dos crimes que cometessem. (Proposta superficial)