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É inegável que, para alguns, o simples fato de uma pessoa ser mulher a faz condenadora de sua própria morte. Isso se chama feminicídio, que em 2017 matou 946 mulheres apenas por ódio de pela sua condição de gênero. Não é de agora (Evite esse tipo de construção) que pertencer ao gênero feminino venha ser um empecilho para estar em sociedade (Como assim?). (Reformule o parágrafo de introdução e apresente a tese)
Em primeira análise, vemos (Evite primeira pessoa) que desde os primórdios (Evite expressões clichês) as mulheres são tratadas apenas como objetos. Isso se evidencia até mesmo na bíblia, onde no livro de Lucas diz que (Dois pontos) “Os que comeram foram cerca de cinco mil homens, sem contar as mulheres e crianças.” Elas não tinham voz e nem presença, eram apenas reprodutoras. (Reestruture as ideias desse parágrafo. Desenvolva as discussões)
Em segundo plano, vemos uma grande busca de equidade por meio das mulheres e melhorias significativas. Em contrapartida vê-se uma luta para essa aceitação. Isso se deve ao fato do medo de que muitos, maioria homens, tem de sentirem inferiores ao tal “sexo frágil”. Um exemplo que temos em nosso Brasil é a Dilma Rousseff que deixou bem claro em uma de suas falas (Dois pontos) “Em condições de poder, a mulher deixa de ser vista como objeto frágil e isso é imperdoável. Aí começa a história da mulher dura. É verdade: eu sou uma mulher dura cercada de homens meigos.”. (Cuidado para não fugi do tema. Reestruture as discussões)
Levando-se em conta os fatos mencionados, observa-se que fica fora de cogitação (Evite esse tipo de construção) para a ocorrênciade um feminicídio (Como assim?). Para sua redução, ou melhor, abolição, as penas deveriam devem ser mais longas para aqueles que cometessem tal crime. Deveria ter, também, palestras incentivadoras a equidade de homens e mulheres, principalmente nas escolas. (Proposta superficial)