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Desde o Iluminismo, (Sem vírgula) entende-se que uma sociedade só progride quando um indivíduo se mobiliza com o problema do outro. No entanto quando se observa o feminicídio, no Brasil, hodiernamente (Evite termos clichês), verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não na prática (Vírgula) e persiste intrinsecamente ligada a realidade do país, (Ponto final) Nesse contexto (Vírgula) destacam-se como causas da violência feminina a sociedade machista e a falta de estruturas especializadas no apoio das mulheres, (Sem vírgula) como um impulsionador desse problema.
É indubitável que a questão social esteja ligada com as causas do problema. O machismo (Desenvolva a ideia de machismo no texto), ainda muito presente na sociedade, é o principal fator do feminicídio. De acordo com Émile Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e pensar (Como essa afirmação se concretiza no contexto do feminicídio?), dotada de exterioridade, generalidade e coercividade. Segundo essa linha de pensamento, a coercitividade impõe aos que integram uma sociedade a cultura de opressão feminina (Reveja essa afirmação), a exterioridade de seguir esses padrões que já foram impostos e a generalidade de opressão coletiva. (Reestruture e desenvolva mais as discussões apresentadas)
Outrossim, destaca-se o frágil sistema de apoio às vitimas. Tal fato se reflete no caso da falta de estruturas especializadas no acompanhamento e apoio das mulheres, haja vista que a denúncia quando efetuada gera constrangimento e as deixa desamparadas. (Desenvolvimento limitado)
É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de que visem à construção de um mundo melhor. Destarte, as Organizações Não Governamentais (ONGs), juntamente com a delegacia da mulher, devem criar casas de acolhimento às para as mulheres vítimas de violência, promovendo a segurança. Como já dito pelo pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas, e estas mudam o mundo (Em casos de citação use aspas). Logo, o ministério da educação (MEC) deve instituir, nas escolas, palestras ministradas por psicólogos, para a comunidade, com vista a combater o feminicídio, a fim de que o tecido social se desprenda de certos tabus para que não viva a realidade das sombras. (Reestruture. Proposta superficial)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |