Tema: Feminicídio no Brasil: um debate importante sobre a violência contra a mulher

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 13/04/2018
Nota tradicional: 600
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Apesar da implantação da Lei Maria da Penha em 2006, o feminicídio vem crescendo de maneira contínua. Destarte, urge a necessidade de ampliar o rigor das leis que amparam a população feminina de modo que haja a reversão dessa situação estarrecedora. (Desenvolva mais o parágrafo de introdução)

O assassinato é o ponto extremo da violência contra a mulher e (Vírgula) indubitavelmente, o maior problema enfrentado pela sociedade feminina é a impunidade ao agressor. A Lei Maria da Penha pouco se faz presente nesses casos e em uma sociedade em que a mulher não é respeitada, como é a brasileira, requer maior severidade de aplicação dessa e outras leis adjacentes, já que com tamanha impunidade, (Sem vírgula) o agressor se sente livre para agredir, ser detido e solto rapidamente (Vírgula) ou ainda, sequer ser preso. (Apresente dados que comprovem essa afirmação de que as lei é ineficiente)

Outrossim, o feminicídio permanece em tempos hodiernos devido à inferiorização sofrida pela mulher no país. Assassinatos por ciúmes, separação não aceita, por exemplo, são vistos com frequência na mídia e (Vírgula) mesmo assim, a mulher é culpabilizada no ato da denúncia, acusada por exemplo , de provocar o homem e por conseguinte, conferindo à mulher uma imagem submissa (Como assim? Reflita e reestruture), causando tortura física e psicológica à vítima, que se sente inferiorizada. (Reestruture as ideias apresentadas nesse parágrafo)

Logo, é necessário que o Estado aplique corretamente as leis nesse sentido, amparando a vítima e (Vírgula) principalmente, punindo o agressor. Cabe a mídia e a sociedade civil, (Sem vírgula) se unirem para erradicar o machismo e a misoginia, com a primeira promovendo campanhas de conscientização em escolas, pela televisão e a internet (Vírgula) e  a segunda, (Sem vírgula) protegendo e defendendo a mulher e seus respectivos direitos, através  por meio de manifestações em prol de um Brasil igualitário entre gêneros.

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 150 Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 100 Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 150 Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 100 Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 600 A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos