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A violência e os abusos sofridos pela mulher são problemas recorrentes no Brasil, que comumente estampam capas de jornais e revistas. Aspectos devem ser considerados em relação a isto: o legado histórico-cultural e o desrespeito às leis. Segundo a história (Vírgula) a mulher sempre foi vista como inferior, (Sem vírgula) em relação ao homem. Pode-se comprovar pelo fato de elas terem direito ao voto, à escolaridade, ingressar no mercado de trabalho, entre outras coisas, muito tempo depois do seu oposto.
Segundo a socióloga, pesquisadora e professora da Universidade de Brasília (Unb), Lourdes Bandeira, (Sem vírgula; use dois pontos) “O feminicídio representa a última etapa de um continuum de violência que leva à morte”. Ou seja (Vírgula) é o abuso por parte do parceiro íntimo, em contexto da violência familliar, (Sem vírgula) que, em diversas vezes (Vírgula) acompanha o abuso sexual, psicológico, tortura e/ou mutilação da vítima, antes do assassinato. O que comprova que as mulheres foram vítimas desse contexto histórico-cultural e o machismo que foi enraizado na nossa sociedade, mesmo que de forma implícita.
Os parâmetros que definem a violência doméstica contra a mulher, por sua vez, estão estabelecidos pela Lei Maria da Penha desde 2006. Porém ela acaba tornando-se ineficaz, (Sem vírgula) por falta de esclarecimentos. Muitas mulheres têm medo de denunciarem seus agressores e sofrerem com ainda mais violência (Desenvolva mais essa ideia no texto). Os acometedores, muitas vezes, também são desinformados quanto à lei e acabam por não saberem que podem ser seriamente punidos por tais atos.
Com isso e diante dos argumentos supracitados, é dever do Estado proteger as mulheres com leis e punições mais severas (Dê exemplos no texto), campanhas de esclarecimentos sobre tais leis e principalmente um programa eficaz de proteção para as mulheres vítimas de agressão e que fazem denúncia, com direito a acompanhamento psicológico. Assim como um maior investimento em educação com o intuito de formar cidadãos conscientes e comprometidos em garantir o bem-estar do próximo, afinal de contas, desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro.