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Em um dos clipes mais marcantes de sua carreira, a cantora Rihanna interpreta uma mulher que é vítima de violência sexual. Acuada, a moça acaba assassinando o rapaz. Fora do entretenimento, a violência contra a mulher continua sendo uma realidade vívida no Brasil. (Desenvolva mais o parágrafo de introdução)
De acordo com pesquisas realizadas pelo G1, o número de homicídios dolosos (Detalhe mais essa informação?) foi de 4.473, um aumento 6,5% em relação ao ano de 2016. Isso significa que uma mulher é vítima de feminicídio a cada 2 horas no Brasil. São 4,8 homicídios a cada 100 mil mulheres, sendo mais de 60% desses assassinatos contra mulheres negras.(Desenvolvimento limitado. Delimite e desenvolva os agumentos)
Todavia, muitas são as complicações para a resolução do problema. Por despreparo da justiça brasileira, poucos casos reportados na Polícia Militar são realmente atendidos, visto que em algumas vezes, (Sem vírgula) a própria vítima solicita o arquivamento de tal boletim de ocorrência por conta de novas ameaças em relacionamentos abusivos. (Reestruture esse parágrafo e desenvolva mais)
Portanto, medidas devem ser adotadas para resolver-se resolver o impasse. A Polícia Militar deverá efetuar o boletim de ocorrência apenas uma vez, deixando que esse se desenvolva, evitando o arquivamento desse por conta de ameaças, quando em casos em que o agressor for alguém próximo. O Ministério da Segurança, em parceria com algumas Organizações Não Governamentais (ONGs), criará abrigos com cuidados especiais, também psicológicos destinados às mulheres vítimas de violências. E em parceria com mídias sociais, o Ministério da Educação (MEC) deverá distribuir e transmitir propagandas de conscientização, pois segundo o filósofo Immanuel Kant, o homem nada mais é do que aquilo que a educação faz dele (Observe que deve-se usar aspas em casos de citação) e a educação é a base para uma sociedade melhor. (Proposta de intervenção superficial. Desenvolva mais)