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Feminicídio no Brasil: um debate importante sobre a violência contra a mulher (Observe que há um espaço destinado ao tíitulo do texto)
O sociólogo Emile Durkhein compara a sociedade a um “corpo biológico” (Vírgula) pois, (Sem vírgula) como este ela é composta por partes que relacionam-se. Com isso, para que haja a harmonia e equidade desse organismo, se faz necessário que todos os direitos dos indivíduos sejam efetivados. No Brasil, o preconceito histórico herdado pelas mulheres somado a leis pouco eficientes para a sua proteção, (Sem vírgula) contribui para a violação dos seus diversos direitos fazendo com que as mesmas (Use quando houver ideia de igualdade) ainda sejam vítimas de violência e maus tratos.
O modelo da família patriarcal esteve na base de formação social do Brasil. Ele se constitui como sendo a supremacia do homem nas relações sociais. Muitos aspectos da nossa sociedade podem ser compreendidos a partir dele, inclusive a vulnerabilidade a que as mulheres atualmente estão submetidas (Desenvolva mais essa ideia). No período colonial, a sociedade patriarcal, juntamente com os dogmas estabelecidos pela igreja, atribuía um papel subalterno às mulheres, ratificando uma diferenciação e estabelecendo padrões de conduta social, (Sem vírgula) nos quais as pessoas se alicerçavam. Essa condição de submissão da mulher não foi totalmente superada (Vírgula) favorecendo o continuísmo dos abusos mesmo após alguns avanços e conquistas de direitos.
O surgimento da lei “Maria da Penha” apesar de ter contribuído para o aumento do número de denúncias relacionadas a violência física, moral, psicológica e sexual contra a mulher ainda possui algumas limitações. O medo de denunciar, a submissão econômica da figura feminina e vergonha social desestimulam a busca por justiça e por seus direitos. Além disso, por vezes a lei não garante a devida punição dos agressores devido a lentidão e burocracia existentes colaborando para a permanência das diversas formas de agressão contra a mulher.
Diante do exposto, observamos (Evite primeira pessoa) que as raízes históricas e ideológicas brasileiras dificultam a erradicação da violência contra a mulher no país. Também constatamos que o sistema de leis, na prática, não garante a eficaz proteção da mulher diante das agressões sofridas. Com isso, são necessárias medidas, como a conscientização feita junta a instituições de ensino e nas diversas mídias, a fim de promover a compreensão da igualdade de gênero e diminuição do preconceito existe (?) contra a parcela feminina da população. Também, (Sem vírgula) cabe ao poder judiciário fazer valer as leis existentes punindo de forma eficaz os agressores e dessa forma contribuindo para eliminação da violência contra a mulher em nossa sociedade. (Use sinônimos para a palavra "mulher" no texto)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
150 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
150 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
700
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |