Falar pode salvar vidas
Tema: Feminicídio no Brasil: um debate importante sobre a violência contra a mulher
Com uma genética que favorece a delicadeza, principalmente em razão da menor porcentagem de massa muscular corporal em relação ao homem, somado à violência urbana crescente, o resultado é a mulher sendo o maior alvo de crimes discriminatórios no Brasil. Porém, apesar desse fato, ainda ocorre em meio a sociedade brasileira a ausência de discussão sobre crimes contra a mulher. (Reestruture o parágrafo de introdução)
Infelizmente, grande parte dos casos ocorrem nos lares das vítimas tornando o feminicídio um assunto pouco falado entre a população brasileira. Um exemplo foi o que ocorreu no Piauí em 2017, onde uma mulher ganhou visibilidade da população (Vírgula) e também da polícia (Vírgula) ao gravar um vídeo denunciando o marido por violência e cárcere privado. Isso demonstra que a ausência de discussão sobre esse tipo de violência encobre os casos que acontecem diariamente, bem como torna as vítimas ainda mais reprimidas e reféns desse crime.
Além disso, a razão que leva as pessoas a falarem pouco sobre esse assunto é a existência de um estígma social de que o feminicídio também é culpa da mulher (Desenvolva mais essa ideia no texto). Não separar-se do marido violento, não vertir-se adequadamente e até mesmo “não colocar-se no devido lugar”, são expressões que comumente são usadas para se referir a mulheres que sofreram algum tipo de violência. No entanto, isso apenas mascara um problema em que toda a sociedade contribui para que não seja evitado.
Portanto, o feminicídio é um assunto importante e pouco discutido na sociedade brasileira. Com isso, é necessário que toda a população preocupe-se em observar as reações, aparência e comportamento que demonstre que uma mulher esteja sofrendo algum tipo de violência, para assim buscar ajuda através dos órgãos de segurança pública. Bem como, (Sem vírgula) promover a discussão a respeito do tema em conversas informais do dia-a-dia dia a dia para que o estigma social seja rompido e as mulheres repeitadas. Deste modo, as ação individuais contribuirão para os resultados coletivos esperados, que é a extinção desse tipo de violência em meio a sociedade brasileira. (Proposta superficial)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 150 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 150 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 150 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 150 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 100 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 700 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |