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Apesar dos avanços na luta pela igualdade de gêneros (Vírgula) as mulheres, (Sem vírgula) ainda, (Sem vírgula) encontram-se socialmente vulneráveis quando comparadas aos homens. Além do preconceito resultante da herança cultural de uma sociedade machista, as mulheres brasileiras lidam em seu cotidiano com a violência direcionada a elas. (Desenvolva mais o parágrafo de introdução)
Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), entre 2003 a 2013 o feminicídio apresentou um aumento de 54%. As motivações para tal crime variam de acordo com cada região do país, mas dentre as principais destacam-se: o ódio, desprezo, sentimento de perda e posse. (Desenvolvimento limitado)
Não suficiente, parte significativa dos assassinatos acontecem no âmbito doméstico ou pelo parceiro da vítima (Reestruture essa ideia, pois está redundante). O caso da brasileira Maria da Penha que, posteriormente, deu nome a Lei nacional contra agressão doméstica exemplifica este cenário (Desenvolva mais essa ideia). Esse comportamento agressor justifica-se, em partes, através da herança patriarcal que ao mesmo tempo em que subjuga o papel social da mulher ao homem, incentiva neste o comportamento predatório.
Por último, no Brasil, assim como em muitos outros países, as mulheres lidam com as restrições de seus direitos e da própria liberdade. Dentre eles destaca-se o direito de circularem livremente e de forma segura. As medidas adotadas pelo Estado visando à a redução no número de estupros e mortes têm revelado-se ineficientes. (Desenvolvimento limitado)
O combate ao feninicídio feminicídio vai além das responsabilidades governamentais, embora este possua o seu papel. Assim, uma mudança neste cenário exige um avanço nos direitos relacionados à igualdade de gêneros, além da conscientização social de forma a promover uma transformação sócio-cultural em que os direitos e deveres são atribuídos de forma equânime a homens e mulheres.