Comércio de vidas, prostituir é regredir .

Tema: Um fator pouco discutido na prostituição

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 15/09/2010
Nota tradicional: 5.5
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Comercializar o corpo nos dias de hoje já não é algo raro, todavia, um fato curioso e trágico tem chamado atenção: jovens brasileiros entre 17 e 28 anos de idade têm viajado para fora do país em busca de uma clientela que “pague melhor”. O fato é que, quando isso ocorre, esses jovens estão correndo risco. A maioria não tem escolaridade, e 70% são homossexuais, e desses setenta porcento, uma tava de quase 60% adquire o vírus do HIV através de relações sexuais sem camisinha, o que segundo eles é mais “lucrativo”.

Sem nenhuma base para conseguir um bom estilo de vida no estrangeiro, jovens brasileiros arriscam sua vida em busca de dinheiro, luxo e fama. Mas, o que eles não sabem é do risco que correm. O tráfico DE garotos de programa tem sido um problema sério, e para nós um dado alarmante, 70% desses jovens são brasileiros. Muitos desses garotos acabam parando na mão de psicopatas, de homens sem coração, assassinos...E o fim da historia você já pode imaginar leitor, finais trágicos que viram “capa de jornal”.

Sem nenhuma escolaridade esses jovens engrossam a camada social de analfabetos brasileiros que tentam a vida em outros paises. Sabemos que sem estudos eles não vão a lugar algum. Ora, se eles contraem Aids, é o governo quem deverá fornecer-lhes o coquetel, devido ao fato de que eles não mais poderão vender seus corpos. Além de contraírem a doença, muitos são viciados em drogas, assim são obrigados a trabalharEM para que comprem as drogas que agora seus organismos necessitam.

Após relações sexuais sem caminha, esse jovens, como já foi dito, contraem o vírus HIV, o que prejudica não somente eles, como A toda a população. Os sistemas de saúde terão mais problemas, o governo arcará com mais medicações e acomodações hospitalares, afinal, mesmo permanecendo na vida em que estão por que querem, eles não deixam de ser nossos semelhantes.

Em resumo, é claro e perceptível que a prostituição deve voltar a ser algo “anormal”, caso contrário, viveremos um caos aonde não haverá mais solução. Agora, é claro que para que isso aconteça, alternativas devem ser apresentadas A esses jovens, uma opção seriam bolsas de estudos a esses garotos. O governo vão ter que investir em casas de apoio, escolaridade e outros, digo e repito, será um investimento, porque no futuro colheremos uma sociedade mais saudável e equilibrada. E se mesmo assim não funcionar? Bom, ninguém pode conseguir tudo, a nossa parte foi feita.

 

Correção tradicional

Critério Observações Nota
Adequação ao Tema Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. 1.0
Adequação e Leitura Crítica da Coletânea Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. 1.5
Adequação ao Gênero Textual Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. 0.5
Adequação à modalidade padrão da língua Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. 1.5
Coesão e Coerência Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. 1.0
Nota final 5.5

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos