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Desde o iluminismo, sabe-se que o bem estar social é alcançado quando um se mobiliza com o problema do outro. Quando se trata de feminicídio e violência contra a mulher, no Brasil, hodiernamente, o ideal iluminista não é praticado. Entende-se que a mulher sofre tais violência por causa de problemas governamentais e educacionais na sociedade.
A priori, é indubitável que a questão da Constituição e a sua aplicação estejam entre as causas do problema (Por quê? Desenvolva essa ideia no texto). Para o filósofo grego Platão, a política deve ser aplicada de maneira que, através da justiça, seja alcançado o equilíbrio social. Assim sendo, é notório que o governo está sendo falho, haja vista que mulheres são brutalmente violentadas diariamente no país. (Apresente dados que possam ilustrar essa ideia)
Outrossim, destaca-se a má educação como impulsionador do problema (Reestruture essa ideia). Tal fato se reflete em uma sociedade patriarcal e machista. Para o filósofo Immanuel Kant, o homem é aquilo que a educação faz dele (Em caso de citação, use aspas). Diante disso, é perceptível uma falha educacional (Especifique de onde vem essa "falha educacional") na sociedade, uma vez que o cenário social demonstra violência hedionda para com as mulheres. Prova disso, (Sem vírgula) é o fato de que entre 1980 e 2013, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 106.093 pessoas foram mortas por sua condição de ser mulher. (Ideias pertinentes ao texto, mas precisam ser reestruturadas)
Portanto, fica evidente que há necessidade de ações sinérgicas entre o governo e a escola. A princípio, o Ministério da Defesa deve instalar mais delegacias da mulher, essas devem investigar veemente os casos de abuso e punir severamente os criminosos, a fim de que a segurança da mulher melhore. Para o pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas, e essas mudam o mundo. Logo, o MEC (Ministério da Educação) deve fornecer palestras nas escolas ministradas por profissionais da segurança que discutam o combate ao feminicídio, para que a sociedade se renove e saia da realidade das sombras, assim como na alegoria da caverna de Platão.