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Os estudos das civilizações antigas nos permitem (Evite primeira pessoa) concluir que o ser humano é um ser social, e que para conviver em sociedade precisou conhecer os limites uns dos outros. O corpo social da contemporaneidade evidencia um retrocesso ao tempo do conhecimento, e a ausência desse saber desencadeia incógnitas como a revogação ou não do estatuto do desarmamento que produz mudanças socioeconômicas (Como assim?) no Brasil.
O estado psíquico constitui um dos obstáculos para se viver em sociedade, entretanto a proposta não prevê uma avaliação do estado mental do indivíduo que passará o porte. Este fator põe em risco a vida de muitos civis e corrobora para índices cada vez piores de segurança, (Sem vírgula) que serão refletidos na economia do país. (Desenvolva mais)
É evidente a presença de marginais no cotidiano amedrontando a comunidade, e esta presença se tornaria cada mais perigosa devido a facilidade com que os malfeitores passariam a ter para usufruir do porte de armas indiretamente (Reveja e reformule essa ideia). Não obstante, se nota ainda que entre a população existe imperícia do manuseio o que acarretaria inúmeros acidentes domésticos e conflitos armados entre civis despreparados e criminosos habilidosos. (Delimite e desenvolva os argumentos)
Em suma (Vírgula) a perca perda dos valores (Quais valores? Essa ideia não foi desenvolvida no texto) e limites entre sociedade, a desconsideração da saúde mental, o despreparo populacional e o deficitário quadro de segurança pública no Brasil compõe as problemáticas a serem sanadas, entretanto o livre porte de arma não seria a solução. Investimentos governamentais na construção de presídios e policiamento nas ruas seriam medidas adequadas, mas a erradicação só seria possível por meio da educação populacional, acabando assim com as bases da violência. "A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo." - Nelson Mandela.(Reestruture o parágrafo de introdução e desenvolva mais a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |