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Cada vez mais a questão da liberação do porte de armas ao cidadão comum vem ganhando adeptos. Tal cenário é reflexo dos altos índices de violência que está assolando a sociedade. No entanto, o livre porte de armas pode ser considerado um retrocesso na à medida em que o cidadão armado tem mais chances de morrer e essa liberação não significa diminuição da violência no país. (Desenvolva mais o parágrafo de introdução)
É notório que o cidadão comum não está preparado para o manuseio de armas, visto que quase que (Evite o queísmo no texto. Use outros pronomes relativos) a totalidade nunca teve contato com esse produto. Diferentemente dos bandidos, que na maioria das vezes convive com armas desde criança (Reestruture essa ideia). Além disso, sabe-se que até mesmo policiais - pessoas preparadas para o uso de armas – podem acabar morrendo em combate. Diante disso, verifica-se que em um possível confronto com bandidos, o cidadão encontra-se em desvantagem (Vírgula) e consequentemente tem mais chances de morrer. Uma vez que a violência urbana é algo muito mais complexo de ser resolvido, a simples liberação de armas pode agravar ainda mais esse cenário. (Delimite as ideias e desenvolva mais)
O problema da violência urbana é algo que vem se intensificando ao longo do tempo, visto que os bandidos estão, cada vez mais, armados e preparados para enfrentar a policia, e falta aos policiais aperfeiçoamentos e valorização. Com isso, nossa (Evite primeira pessoa) sociedade está cada vez mais insegura e devido ao mal do século, o estresse, os cidadãos estão perdendo a paciência facilmente. Diante disso, é fácil perceber que uma pessoa armada pode facilmente optar pela violência diante de uma situação na qual perca o autocontrole, aumentando, assim, os índices de violência. (Boas ideias, mas precisam ser reestruturadas)
Em vista do apresentado (Evite esse tipo de construção), torna-se importante salientar que a simples liberação de armas não trará sozinha a solução para a problemática da violência e que a liberação de armas ao cidadão deve vir acompanhada de investimento em educação, segurança e legislação de forma a reduzir ao máximo os riscos que pode representar. (Reformule e desenvolva a proposra de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |