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Diante dos crescentes números da violência no Brasil chega-se à conclusão da incapacidade estatal no controle da criminalidade, isso se dá por questões históricas, geográficas e locais. Será, no entanto, formando instantaneamente um elo armado uma forma real de sanar esta problemática? (Desenvolva mais o parágrafo de introdução)
Têm-se por certo, do ponto de vista humanitário, que a campanha do desarmamento foi positiva e propiciou um novo período na história brasileira. Além disso, por dados obstantes, a liberação da posse de armas não está diretamente ligada a diminuição da violência, trata-se de uma questão mais jurídica; locais cujas leis para crimes são severas e o sistema legal trabalha em consonância com o “monopólio de violência legítima” apresentam números, em relação às infrações cometidas, menores; países em que a política desarmamentista é extremamente rígida, tais como: Escócia, Inglaterra, Noruega, e Dinamarca; mas que possuem um sistema jurídico vigoroso e incisivo, os números da violência são notavelmente reduzidos. (Delimite e desenvolva mais)
É deveras comum, por partes dos defensores da posse de armas, o exemplo da legislação estadunidense, desconsidera-se, contudo, os fatores históricos e culturais imanentes (Desenvolva mais essa ideia no texto). A política norte americana não está associada intrinsecamente a diminuição da criminalidade, cabe salientar que o país ostenta a maior população carcerária do planeta (Reestruture essa ideia), ligar a redução da criminalidade a posse de armas é um equívoco conceitual.
Nessa perspectiva, o determinante para a real diminuição dos números da violência está mais diretamente ligado ao aparato legal (Vírgula) bem como o sistema prisional; para tanto, leis advindas do poder legislativo com o objetivo de endurecer as normas legais e reformular a concepção prisional é uma forma realmente mais eficiente de lidar com a violência. Da óptica da política pública, a posse de armas no Brasil seria um inerente retrocesso. (Reestruture o parágrafo de conclusão. Desenvolva mais a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |