Comércio do sexo
Tema: Um fator pouco discutido na prostituição
Uma das mais antigas profissões é novamente alvo de polêmica. A prostituição foi um assunto muito discutido no último mês devido ao escândalo ocorrido na Espanha envolvendo garotos de programa brasileiros. Entretanto, durante as discussões sobre profissionais do sexo, acontecidas muitas vezes e há muito tempo, é rara a inclusão da prática masculina desse serviço.
Há muitas organizações criminosas espalhadas pelo mundo que exploram indivíduos empregados na venda de seu corpo. Enganados por essas redes ilegais, muitas mulheres se perderam no mundo e morreram de doenças ou overdose. Esses são fatos com os quais lidamos há alguns anos. No entanto, apenas recentemente, temos dado destaque aos homens que ingressaram na prostituição.
Acredito que isso acontece por causa da disseminação do homossexualismo, processo que incentivou e possibilitou a ampliação do mercado sexual masculino. Além disso, a ausência dos gigolôs em debates sobre a questão da exploração nesta modalidade de trabalho pode ser explicada também pela discrição dos profissionais em relação às meretrizes ao se divulgarem em busca de clientela. Enquanto elas estão concentradas em prostíbulos e nas ruas, eles estão nas saunas gays e na Internet.
As últimas notícias sobre as quadrilhas européias pertencentes ao comércio do sexo acabam levando à discussão sobre a legalização da prostituição, adotada em muitos dos países do continente, como a Holanda. Essa medida tem como objetivo tentar conter os crimes e atrocidades cometidas contra as pessoas usurpadas nesse comércio.
O Brasil tomou providências para orientar os brasileiros envolvidos nessas atividades ilegais para que retornem ao nosso país e recomecem suas vidas exercendo um emprego comum com o apoio do Estado. Essa decisão foi de grande importância, já que a maior parte dos homens e mulheres integrantes do mercado sexual europeu são imigrantes ilegais, vindos da América do Sul, enganados pelas organizações criminosas ou em busca de melhores condições de vida.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 2.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 2.0 |
| Nota final | 9.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |