As divergências sobre o livre uso de armas de fogo
Tema: O livre porte de armas no Brasil: avanço ou retrocesso?
A adoção do uso livre de armas no Brasil é uma questão que vem sendo bastante discutida no cenário político social, fato que ocorre desde a abolição do porte livre de armas de fogo, (Sem vírgula) pela lei do Estatuto do Desarmamento, em 2003. Desde então, os brasileiros se dividiram em dois lados, os que apoiam e os que rejeitam essa decisão. (Reestruture o parágrafo de introdução)
É fato que o Brasil sofre de um grave problema na segurança populacional, por isso, (Sem vírgula) muitos veem o porte de armas como uma solução e um avanço, visando que as pessoas não se arriscariam a cometer crimes caso soubessem que há chances de as vítimas revidarem de forma violenta. Além disso, se acredita que a lei prejudicou em grande parte apenas a classe trabalhadora, visto que criminosos conseguem facilmente armas através do mercado negro. (Desenvolva mais)
Já muitos que aprovam o código do Estatuto do Desarmamento, (Sem vírgula) tem esse pensamento por acreditarem que a revogação deste acarretaria em uma facilidade maior dos bandidos em obter armas, por isso acreditam que a abolição da lei aumentaria o número de mortes, sendo um descaso em relação a preservação da vida, causando um retrocesso no país. (Evite esse tipo de construção. Reestruture e desenvolva mais)
Como esse é um assunto crítico, e um dos que mais possui divergências de opiniões, o ideal seria que periodicamente, (Sem vírgula) fossem feitas votações, como nas eleições políticas que temos (Evite primeira pessoa) hoje, porém com o objetivo da aprovação ou não do porte de armas, assim, a decisão seria feita de maneira democrática. Além disso, caso aprovado, seria imensurável o fato de que existisse uma alta rigidez no uso das armas, sendo que estas deveriam estar cadastradas através de vários documentos, e o indivíduo em posse desta deveria estar totalmente apto a usá-la.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 100 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 500 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |