A Escravidão Erotizada

Tema: Um fator pouco discutido na prostituição

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 12/09/2010
Nota tradicional: 8.5
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A prostituição, por muitos é mal vista e conhecida como profissão daquele que leva vida fácil, tem um pano de fundo que remete à pobreza e a falta de amparo social governamental e se sobressai à mera escolha profissional.

Jovens, na maioria das vezes do interior brasileiro, sem maiores chances de estudo, são convencidos a migrar para Europa (normalmente para Espanha ou Portugal) e acabam escravizados por cafetões, que aprisionam homens e mulheres a uma difícil rotina de exposição a riscos de DST’s e a violência de seus clientes, além de submeterem os escravizados a uma infindável dívida para cobrir despesas com alimentação e hospedagem.

Além dos que se prostituem fora do Brasil há também quem esteja sujeito às mesmas condições dentro desse país E, por vezes, menores de idade, que são sujeitados ao mesmo descaso público e não dificilmente acabam, assim como os imigrantes, sofrendo violência e, ou perdendo a vida.

Para atender aos que não vivem a profissão por vocação e longe do luxo dos “acompanhantes profissionais”, surgem iniciativas de uma parceria entre os Ministérios da Justiça, das Relações Exteriores e da Educação, para orientar escravos sexuais sobre oportunidades de emprego e educação pelos consulados brasileiros no exterior, para aqueles que queiram iniciar uma nova vida.
Porém, o problema da escravidão sexual de brasileiro se findará quando o estado se fizer presente e cumprir o que lhe é dever fundamental provendo serviços básicos de educação, geração de emprego e distribuição democrática de renda além de identificar e coibir a ação de aliciadores e aprimorar o serviço de proposto pela parceria interministerial exposta anteriormente e olhar pela saúde dos garotos (as) de programa. Contudo é necessário também, quebrar com preconceitos e lembrar que essas pessoas têm direitos e devem ser tratados como seres humanos.

Correção tradicional

Critério Observações Nota
Adequação ao Tema Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. 1.5
Adequação e Leitura Crítica da Coletânea Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. 2.0
Adequação ao Gênero Textual Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. 1.0
Adequação à modalidade padrão da língua Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. 2.0
Coesão e Coerência Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. 2.0
Nota final 8.5

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos